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sábado, 20 de abril de 2019

Entenda o Fetichismo


Parafilia é um padrão de comportamento sexual no qual a fonte predominante do prazer não se encontra na cópula, mas em outra atividade.Em determinadas situações o comportamento sexual parafílico pode ser considerado perversão ou anormalidade. 
Existem muitas práticas que podem ser consideradas como uma parafilia
As mais comuns: o sadismo, o masoquismo, o exibicionismo, o voyeurismo , o fetichismo,a urofilia , etc.

Vamos falar sobre o Fetichismo:

Esse substantivo masculino representa muitas (...)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

A Gordelícia e o turco do Restaurante


Hoje estava fazendo compras. Parei pra almoçar, pensativa sobre as
dificuldades para encontrar roupas que me agradem. Sou uma mulher
gostosona, alguns me definiriam como gordinha. Em mim, tudo foi criado com
fartura. Inclusive minha boca, de lábios generosos e bem desenhados. Rsrs (risos).  Tenho seios grandes, coxas grossas e bundona. Quadris largos e cintura fina, no meio de tanto recheio. Cabelos longos e cor de mel, da cor dos meus olhos. Sempre tive homens me desejando.

Então não achei estranho aquele árabe me olhando de forma faminta, sentado na mesa em frente à minha.
Com meus 32 anos, já sei quando um homem me olha com desejo.
Mas eu não dei muita atenção.  Almocei, e terminando me dirigi ao caixa. Um senhor também árabe que estava com  aquele que me olhava se aproximou e quis pagar minha conta. Me convidando para sentar com eles à mesa.
Não aceitei. Recusando educadamente. Paguei e saí do restaurante.
Depois de entrar e sair de algumas lojas, percebi que um carro com vidros escuros me seguia.

Leia tudo >>>

Escrito e enviado por Alice

sábado, 10 de fevereiro de 2018

A Fera e a Bela (Conto Erótico)


Uma bela noite eu fui a uma festa acompanhada de duas amigas. E dancei, bebi e me diverti muito lá.   Certo momento, procurei minhas amigas, olhando em volta e não as encontrei. Na danceteria onde estávamos, fui olhando e percebi que em um dos cantos mais afastados, uma delas estava aos beijos com um rapaz. Me afastei para não atrapalhar. Cheguei a conclusão que a outra amiga, deveria estar na mesma situação. Eu bem poderia estar com alguém, mas tinha terminado um namoro e estava me dando um tempo livre. Eu sabia que estava sedutora com aquele vestido preto justo, pressionando meus seios e fazendo-os transbordar pelo decote ousado. A calcinha fio dental preta, única peça além do vestido, me fazia consciente de meu andar rebolando sempre que eu me movimentava. Recebi olhadas e toques, convites suficientes durante toda noite para saber que eu estava gostosa. Saí por um corredor e abri a porta de vidro que dava para um jardim, indo me sentar em um agradável banco, para esperar tranquilamente por minhas amigas.

Leia na íntegra clicando aqui.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Memórias de Uma Cadelinha X - (Uma Cláusula para Cumprir)

Depois que eu e meu Dono amado desfrutamos dos nossos momentos deliciosos, nos aprontamos e
fomos à festa. Conforme havíamos combinado, coloquei minha coleirinha com seu nome e uma joia íntima que ele havia me dado (um belo plug com uma pedra semi preciosa, com o detalhe de ser um pouco mais "grosso e comprido" que os normalmente comercializados). Segundo ele, um detalhe quase imperceptível. Havia a máscara, afinal deveria ser um baile a fantasia, mas as fantasias em pauta naquela noite talvez não fossem de vestir e sim de serem realizadas.

sábado, 6 de janeiro de 2018

Memórias de Uma Cadelinha V (A Viagem)

Quando saí de férias no mês de Janeiro, tinha feito planos de ir encontrar meu Dono amado, na
cidade dele. Viajei o caminho todo ansiosa, louca de vontade de me jogar naqueles braços deliciosos e aconchegantes.
Então ao descer do avião, caminhei junto com os outros passageiros, arrastando minha pequena mala, em direção aquele que durante 2 anos tinha me tomado o coração e a alma. Tornando-me sua, completamente sua. Eu percorri os olhos por aquela multidão de pessoas que aguardavam as chegadas. De repente bem ali, no meio de todos, ele se destacava.
Senti como um imã atraindo-me para ele. Tudo mais parou no momento em que nossos olhos se encontraram. Eu o olhei e percorri meus olhos por toda sua figura elegante e tão amada durante todo esse tempo em que eu aguardara esse momento.

Leia na íntegra clicando aqui.

Contribuição de La Femme

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Uma Doce Lembrança

Meus cabelos são longos, castanho claros com mechas loiras. Sou baixinha, 1,56m e como já me disseram uma falsa magra de bunda empinada. Olhos cor de mel. Seios médios e boca carnuda. Tenho aquele tipo de corpo com cintura fina e quadris mais largos. Meu namorado era mais alto que eu. Forte e um cara bem legal, dez anos mais velho. Foi meu primeiro namorado. Na época eu estava com 16 anos e ainda era virgem.

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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Meu Titio e Eu,... (Repost)

Aos 18 anos, ainda não tinha namorado. Só alguns paqueras da escola onde estudei. Certo
dia chegando a casa da minha vó, eu a chamei e ninguém respondeu. Ouvi então o barulho de água derramada no quintal da casa dela. Abri a porta e uma visão chocante me apareceu. Meu tio estava tomando banho nu e como estava todo ensaboado, de olhos fechados, ele não me viu. Eu fiquei parada ali por milésimos de segundos, mas que foram suficientes para colar aquele momento na minha retina. Tornou-se algo cotidiano chegar na casa da minha vó, mesmo havendo outras pessoas na casa, ir direto para o quintal com a finalidade de surpreender meu tio nu novamente. As fantasias que passavam por minha cabeça eram as mais loucas que minha mente ainda inexperiente
conseguiam formar. Certo dia entrei no quarto do meu tio e vi revistas pornográficas no armário dele e muito curiosa, peguei pra olhar. Aí a mente com aquelas imagens já conseguia formar situações e encontros.
Outro costume adquirido, (que trago até hoje), esse de olhar as revistas dele. Ainda bem que atualmente há a internet,… rsrs
Num destes dias, fui surpreendida por ele!
O susto que levei me fez deixar cair a revista no chão. Ele a apanhou e começou a folhear, vendo aquilo eu senti o rosto esquentar e esperei a bronca que viria. O medo de ser denunciada à minha mãe foi enorme! Esperei silenciosamente e então, finalmente, ele sentou-se ao meu lado e com voz macia mas firme, me perguntou se eu já tinha feito alguma daquelas coisas com meus amiguinhos. Eu respondi que não!
Foi então que ele me disse olhando fixamente dentro dos meus olhos e esboçando um sorriso maroto no canto da boca:
Se quiser aprender como se faz, o tio ensina.
Na hora eu percebi aquele olhar de safado dele e passando as mãos por suas coxas respondi....
Então vem!
Me ensina titio. (Falei com voz de dengo como se fosse ainda uma menininha a sua mercê).
Ele me levantou e me pôs de pé na frente dele, passou as mãos no meu corpo sem pressa e com algumas leves pressões que me tiravam o fôlego. Deixou que elas subissem e descessem pelos braços e as colocou ao lado dos meus seios. Ficou pressionando e circulando os polegares por meus biquinhos salientes, sentindo aquelas carícias gostosas eu mexi minhas pernas encostando e esfregando as coxas uma na outra pra aliviar o formigamento tão delicioso que estava sentindo ali. Ele percebeu e me disse:
Tire a blusa pro titio!
Eu não me fiz de rogada e prontamente o atendi meio sem jeito e afoita ao mesmo tempo. Ele se deliciou com a visão dos meus seios e aproximou-os de sua boca, retribuindo a minha obediência com lambidas, chupadas e mordidas. Senti um gozo tão enlouquecedor que gritei de tesão. Ele prontamente pôs a boca na minha e me beijou, me fazendo calar e me perguntou muito sério:
Você já transou com alguém? – Essa não é a hora pra mentiras! Eu disse que não, nunca
tinha transado com ninguém! E meu titio muito gostoso, me disse:
Então você vai me dar a bundinha, pois não vou tirar sua virgindade ainda!
Eu fiquei assustada e temerosa, pois já tinha ouvido relatos que esse sexo não era certo e que doía muito! Mas ele de forma decidida, trancou a porta do quarto e me fez ficar de quatro em cima da sua cama, arrastou meu short curtinho com a calcinha e tudo pelas minhas pernas e abriu seu zíper da calça. Me disse baixinho no ouvido:
Não faça barulho, vai doer um pouquinho, mas aguente calada! – Depois a dor vai passar e você vai adorar!
Confiante na palavra do meu tio, eu fiquei de quatro esperando ansiosa pelo momento. Não preciso dizer que minha bucetinha ainda virgem pingava de tanto tesão. Olhei por cima dos ombros curiosa do que ele estava fazendo e o vi cuspir na ponta dos dedos e novamente no meu cuzinho.
Senti ele esfregar o cuspe na entrada e cuspir novamente bem no buraquinho. Depois de tudo isso ele veio e esfregou a cabeça do pau no meu buraquinho bastante molhado de saliva e posicionando a cabeça na entrada ele começou a forçar. Primeiro para eu acostumar e depois decidido e invasivo.
Eu me encolhi toda, senti o cuzinho se fechando pra não permitir aquela invasão, mas o meu
tio cheio de tesão e com a voz rouca me ordenou:
Relaxa. Abre esse cu para o titio, vai minha sobrinha putinha. – Vou fazer ficar gostoso pra você!
Aquilo teve um efeito maravilhoso sobre mim, o desejo declarado na voz dele, junto com a curiosidade de sentir tudo que ele me prometia me fez relaxar a musculatura e senti a cabeça do pau dele me penetrando o cuzinho. Nesse momento arqueei de dor e no impulso de levantar a cabeça e gritar pela ardência eu empinei mais ainda a bunda pra ele e senti o pau deslizar totalmente dentro do meu cuzinho. Queimando, ardendo, abrindo a fogo minhas preguinhas virgens. Meu tio quando pressentiu que eu ia gritar, colocou a mão na minha boca e não me deixou fazer nenhum barulho, a não ser murmúrios e lamentos de dor abafados em sua mão. Acabei por morder forte um de seus dedos. Como retaliação ele me deu um puxão nos cabelos que enterrou de vez o resto daquela rola nas minhas entranhas.
Ele continuou aquele movimento incessante de vai e vem e com a outra mão começou a acariciar meu clitóris. Fui me esquecendo da dor e prestando atenção nas novas sensações que me invadiam, quando percebi estava totalmente entregue aquele movimento delicioso. Meu tio percebeu que eu estava gostando e disse:
Abre a bundinha com as mãos pra o titio ,vai!
Eu prontamente o atendi e senti seu pau entrar mais ainda no meu dolorido e apertado cuzinho. Quando ele estava prestes a gozar, tirou o pau de dentro de mim e me disse:
Vira aqui e toma o leitinho do titio como uma boa menina e deixa o meu pau bem limpinho minha sobrinha safada e gostosa.
Eu o atendi sem pensar duas vezes, abri a boca e senti o jorro de esperma na minha boca, sem exitar engoli tudo e caí de boca no pau do meu tio, lambendo e chupando com voracidade. Ele me instigando e me controlando com uma mão na minha cabeça. Essa foi apenas uma das muitas vezes que dei minha boca e meu cuzinho para o meu tio fazer o que ele quisesse de mim. Sempre como uma boa menina, muito obediente e amorosa.


Beijos com sabor de cerejas .

Contribuição de Alice M. Dantas

domingo, 18 de dezembro de 2016

Passeando com o Plug Novo - Relato Verídico

Caminhando para mais um domingo à casa de meus parentes,
sentindo o sol beijar a pele e uma brisa furtiva querendo levantar a saia do meu vestido.
Vou tranquilamente pelas ruas ,olhando tudo ao meu redor Mais consciente do meu corpo nesse momento, recebo olhares que no dia a dia são comuns. Olhares de homens que percorrem meu corpo, me tornando ainda mais consciente de mim como fêmea. Alguns desses olhares são mais atrevidos, querem que eu também os perceba. Chegam a fazer movimentos de lamber os lábios, me olhando com lascívia. Eu não dou importância, meus pensamentos estão longe, meu interesse exclusivamente nele. O que estará pensando nesse momento, o que estará fazendo... Será que ele imagina o quanto sua menina está entregue as sensações desse momento. Caminhando livremente entre desconhecidos e alguns poucos conhecidos, rebolando os quadris, cada passo sentindo o meu plug anal firmemente enterrado em meu cu. Aquecido pelo calor do meu corpo. Cada vez mais lubrificado por esse tesão que torna meu andar ligeiramente oscilante e provocante. Carros que passam lentamente ao meu lado, buzinas tocando, parecem saber que em meu íntimo, bem entre minhas coxas carrego comigo uma avalanche de sensações tão embriagantes. Sinto as bochechas da minha bunda esfregando sofregamente uma na outra, o subir e descer das passadas judiando do meu cuzinho, fazendo com que a fricção se torne uma doce tortura. Quisera nesse momento poder simplesmente ir pra um cantinho reservado, levantar a saia, expondo minha buceta molhada e meu cu preenchido com aquela jóia anal de brilhante azul, olhar para Meu Dono e dizer :

Sirva -se ...

Escrito, descrito e 
gentilmente cedido por: 
Toda Sua, Somente Sua

sábado, 17 de setembro de 2016

Post Duplo: Noite de Sábado / Academia "Pega no Ferro"

Academia "Pega no Ferro"




Noite de sábado. 

Fredy havia terminado com sua
namorada a poucos dias por motivos bobos e agora, todos os amigos estavam enturmados e ele sem nada para fazer nem com quem sair.
Na verdade ele já se arrependera
de discutir com Paula. Tinha sido por ciúmes dela em relação a uma amiga que vivia dando em cima de Fredy. Por brincadeira ele dissera que adoraria ter ambas em sua cama e pronto. Isso bastou para que Paula ficasse furiosa, mandasse ele namorar a tal amiga e batesse a porta do carro dizendo em lágrimas para ele não a procurar mais.



quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Eu, Alice e,... (Parte Final)

Depois da pergunta do meu amor, meu namorado Charles, sobre me ver sendo comida por outro homem, não consegui pensar em outra coisa.

A vontade se tornou grande demais pra segurar. E eu senti que precisava nos dar esse prazer. Estava com ele em um barzinho, bebendo e relaxando, conversando  e me deliciando em olhar para aquele homem que me tira o fôlego de todas as formas possíveis e inconfessáveis. Olhá lo e desejá lo se tornaram uma mistura de prazer do tipo que me deixa de calcinha molhada ao ver aquela boca, ouvir sua voz, deixar meus olhos passeando por todo seu corpo, vendo aquelas mãos grandes que me fascinam. Olho para sua boca e me perco em suas palavras, ouvindo seus murmúrios e sentindo aquela vibração me percorrendo como fios de eletricidade mexendo em tordo meu ser. Chega a ser constrangedor ver os efeitos que aquele homem causa em mim e eu simplesmente não tenho vontade e nem poder pra controlar tudo que ele faz comigo, antes mesmo de me tocar. E foi em uma tentativa de olhar ao meu redor e informar ao meu corpo que ali não era o lugar para estar tão entregue a toda aquela sedução, que desviei os olhos dele e passeei pelo ambiente, observando as outras pessoas que ali estavam . Quando me deparei com aquele cara muito atraente nos observando. Eu o olhei e tirei os olhos, mas percebi que ele estava nos olhando fixamente e voltei a olhá-lo. E vi em seus olhos desejo. Algo tão primitivo e cheio de malícia. Me aproximei mais do Charles e me encostei em seu peito. Posicionando me de forma que meus seios estavam pressionados de leve seu peito.

(Enviado gentilmente por 
uma leitora do blog)

domingo, 31 de janeiro de 2016

Meu Titio e Eu (Conto Erótico)

Aos 18 anos, ainda não tinha namorado. Só alguns paqueras da escola onde estudei. Certo
dia chegando a casa da minha vó, eu a chamei e ninguém respondeu. Ouvi então o barulho de água derramada no quintal da casa dela. Abri a porta e uma visão chocante me apareceu. Meu tio estava tomando banho nu e como estava todo ensaboado, de olhos fechados, ele não me viu. Eu fiquei parada ali por milésimos de segundos, mas que foram suficientes para colar aquele momento na minha retina. Tornou-se algo cotidiano chegar na casa da minha vó, mesmo havendo outras pessoas na casa, ir direto para o quintal com a finalidade de surpreender meu tio nu novamente. As fantasias que passavam por minha cabeça eram as mais loucas que minha mente ainda inexperiente
conseguiam formar. Certo dia entrei no quarto do meu tio e vi revistas pornográficas no armário dele e muito curiosa, peguei pra olhar. Aí a mente com aquelas imagens já conseguia formar situações e encontros.
Outro costume adquirido, (que trago até hoje), esse de olhar as revistas dele. Ainda bem que atualmente há a internet,… rsrs
Num destes dias, fui surpreendida por ele!
O susto que levei me fez deixar cair a revista no chão. Ele a apanhou e começou a folhear, vendo aquilo eu senti o rosto esquentar e esperei a bronca que viria. O medo de ser denunciada à minha mãe foi enorme! Esperei silenciosamente e então, finalmente, ele sentou-se ao meu lado e com voz macia mas firme, me perguntou se eu já tinha feito alguma daquelas coisas com meus amiguinhos. Eu respondi que não!
Foi então que ele me disse olhando fixamente dentro dos meus olhos e esboçando um sorriso maroto no canto da boca:
Se quiser aprender como se faz, o tio ensina.
Na hora eu percebi aquele olhar de safado dele e passando as mãos por suas coxas respondi....
Então vem!
Me ensina titio. (Falei com voz de dengo como se fosse ainda uma menininha a sua mercê).
Ele me levantou e me pôs de pé na frente dele, passou as mãos no meu corpo sem pressa e com algumas leves pressões que me tiravam o fôlego. Deixou que elas subissem e descessem pelos braços e as colocou ao lado dos meus seios. Ficou pressionando e circulando os polegares por meus biquinhos salientes, sentindo aquelas carícias gostosas eu mexi minhas pernas encostando e esfregando as coxas uma na outra pra aliviar o formigamento tão delicioso que estava sentindo ali. Ele percebeu e me disse:
Tire a blusa pro titio!
Eu não me fiz de rogada e prontamente o atendi meio sem jeito e afoita ao mesmo tempo. Ele se deliciou com a visão dos meus seios e aproximou-os de sua boca, retribuindo a minha obediência com lambidas, chupadas e mordidas. Senti um gozo tão enlouquecedor que gritei de tesão. Ele prontamente pôs a boca na minha e me beijou, me fazendo calar e me perguntou muito sério:
Você já transou com alguém? – Essa não é a hora pra mentiras! Eu disse que não, nunca
tinha transado com ninguém! E meu titio muito gostoso, me disse:
Então você vai me dar a bundinha, pois não vou tirar sua virgindade ainda!
Eu fiquei assustada e temerosa, pois já tinha ouvido relatos que esse sexo não era certo e que doía muito! Mas ele de forma decidida, trancou a porta do quarto e me fez ficar de quatro em cima da sua cama, arrastou meu short curtinho com a calcinha e tudo pelas minhas pernas e abriu seu zíper da calça. Me disse baixinho no ouvido:
Não faça barulho, vai doer um pouquinho, mas aguente calada! – Depois a dor vai passar e você vai adorar!
Confiante na palavra do meu tio, eu fiquei de quatro esperando ansiosa pelo momento. Não preciso dizer que minha bucetinha ainda virgem pingava de tanto tesão. Olhei por cima dos ombros curiosa do que ele estava fazendo e o vi cuspir na ponta dos dedos e novamente no meu cuzinho.
Senti ele esfregar o cuspe na entrada e cuspir novamente bem no buraquinho. Depois de tudo isso ele veio e esfregou a cabeça do pau no meu buraquinho bastante molhado de saliva e posicionando a cabeça na entrada ele começou a forçar. Primeiro para eu acostumar e depois decidido e invasivo.
Eu me encolhi toda, senti o cuzinho se fechando pra não permitir aquela invasão, mas o meu
tio cheio de tesão e com a voz rouca me ordenou:
Relaxa. Abre esse cu para o titio, vai minha sobrinha putinha. – Vou fazer ficar gostoso pra você!
Aquilo teve um efeito maravilhoso sobre mim, o desejo declarado na voz dele, junto com a curiosidade de sentir tudo que ele me prometia me fez relaxar a musculatura e senti a cabeça do pau dele me penetrando o cuzinho. Nesse momento arqueei de dor e no impulso de levantar a cabeça e gritar pela ardência eu empinei mais ainda a bunda pra ele e senti o pau deslizar totalmente dentro do meu cuzinho. Queimando, ardendo, abrindo a fogo minhas preguinhas virgens. Meu tio quando pressentiu que eu ia gritar, colocou a mão na minha boca e não me deixou fazer nenhum barulho, a não ser murmúrios e lamentos de dor abafados em sua mão. Acabei por morder forte um de seus dedos. Como retaliação ele me deu um puxão nos cabelos que enterrou de vez o resto daquela rola nas minhas entranhas.
Ele continuou aquele movimento incessante de vai e vem e com a outra mão começou a acariciar meu clitóris. Fui me esquecendo da dor e prestando atenção nas novas sensações que me invadiam, quando percebi estava totalmente entregue aquele movimento delicioso. Meu tio percebeu que eu estava gostando e disse:
Abre a bundinha com as mãos pra o titio ,vai!
Eu prontamente o atendi e senti seu pau entrar mais ainda no meu dolorido e apertado cuzinho. Quando ele estava prestes a gozar, tirou o pau de dentro de mim e me disse:
Vira aqui e toma o leitinho do titio como uma boa menina e deixa o meu pau bem limpinho minha sobrinha safada e gostosa.
Eu o atendi sem pensar duas vezes, abri a boca e senti o jorro de esperma na minha boca, sem exitar engoli tudo e caí de boca no pau do meu tio, lambendo e chupando com voracidade. Ele me instigando e me controlando com uma mão na minha cabeça. Essa foi apenas uma das muitas vezes que dei minha boca e meu cuzinho para o meu tio fazer o que ele quisesse de mim. Sempre como uma boa menina, muito obediente e amorosa.


Beijos com sabor de cerejas .

Contribuição de Alice M. Dantas

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Aconteceu na Praia

Antes de mais nada vou me apresentar à vocês. Sou nordestina, tenho 1,54m e 58 quilos. Sou castanha clara, quase loira e meus seios, bunda e coxas tem a proporção da falsa magra. Não sirvo para Miss, mas sei que desperto atenções por onde passo e o que vou narrar aqui aconteceu a alguns anos, mas recordo como se fosse ontem devido ao gato de ter sido algo inusitado, casual e muito, mas muito gostoso mesmo.
Aos 18 aninhos de idade recém feitos, em uma das várias vezes que fui a praia com meus pais e irmãos, aconteceu um fato extraordinário que me traz ótimas lembranças. Assim que chegamos lá, eu e meus irmãos fomos correndo para o mar. Estava uma manhã ensolarada, com temperatura agradável e muitas pessoas tinham vindo para aproveitar

aquele domingo gostoso. Corri para o mar sentindo o vento balançar meus longos cabelos castanho claros. Como a moleca que ainda era nessa idade, brinquei exaustivamente na água com meus irmãos. Sentindo fome resolvi sair do mar e lanchar. Deixei meus irmãos lá e estava caminhando para onde meus pais estavam, torcendo os cabelos para tirar o excesso d'água deles, quando de repente a calcinha do meu biquíni desfez os lacinhos laterais que o prendiam e deslizou pelas minhas pernas me deixando nua, com minha bucetinha totalmente descoberta. Sem outra opção no momento, coloquei minhas mãos de forma a me cobrir. Meu pai que tinha visto o acontecido, imediatamente alertou minha mãe que veio correndo com uma toalha para me cobrir. Ela me enrolou na toalha e me ajudou a colocar a calcinha do biquíni no lugar, certificando que não voltaria a acontecer, deu um nó extremamente forte. Fomos para a
toalha e ao me sentar, olhei ao redor para ver quem tinha presenciado meu deslize. Ao me deparar com um homem por volta dos 30 anos, com barba, olhei pra ele e me senti envergonhada ao vê-lo me fitar fixamente. Sabia pela forma de olhar que ele havia presenciado tudo. Desviei meus olhos e procurei algo para comer. Durante algum tempo evitei olhar naquela direção, mas curiosa para vê-lo. Novamente olhei e lá estava ele me fitando. Eu ousadamente o encarei de volta, sentindo-me segura pela presença dos meus pais. Ele relaxou na cadeira espreguiçadeira que estava e se pôs a percorrer meu corpo com olhos atrevidos. Senti um arrepio no corpo e me ajeitei melhor na toalha, deitando-me de bruços . Voltei a olhar pra ele. De forma despreocupada, comecei a mexer nas alças do sutiã do biquíni, sentindo os olhos dele percorrendo o movimento de sobe e desce dos meus dedos. Senti uma tentação louca de tocar os biquinhos dos meus seios e deslizei os dedos por dentro do bojo do sutiã e fiquei a brincar com meu mamilo. Vi o momento em que ele pegou apressadamente uma toalha e pôs sobre seus quadris, olhando ao redor e depois, de volta para mim. Isso me tornou mais atrevida, passei a lamber os lábios que estavam secos da água salgada do mar. Em certo momento olhei disfarçadamente para meus pais, que estavam cochilando cada um em uma espreguiçadeira. E ousei mais ainda,
afastando o bojo do sutiã e expondo meu biquinho do seio para ele. Fiz isso e continuei a apertar, beliscando o mamilo, rolando entre os dedos. Vi quando ele se ajeitou na cadeira, colocando as mãos cruzadas em cima da virilha, por cima da toalha . Eu comecei a fazer um movimento com os quadris, como se estivesse oferecendo a bundinha pra ele, dando leves requebradas. Fiquei nessa até perceber meus pais se movimentando e resolvi parar pra não ser descoberta. Senti vontade de fazer xixi, olhei ao redor. Levantei, avisei aos meus pais onde estava indo e sem olhar na direção do homem fui procurar por um toalet . Ao sair de lá, encostado na parede de forma casual estava o homem da praia. Lavei minhas mãos na pia, o olhando pelo espelho. Ele aproximou-se e fingiu pegar toalhas de papel, mas fazendo pressão com o corpo atrás de mim, eu devolvi o movimento pressionando minha bunda em sua virilha . Senti o quanto o pau dele estava duro. Ele segurou no meu braço e me arrastou para dentro do toalet. Eu o segui de forma
obediente, chegando lá, ele me deu um gostoso beijo na boca mordendo meus lábios. Segurou firme em minha cabeça fazendo um punho fechado nos meus cabelos ,de tal forma dura que não podia mexer a cabeça sem sentir dor na raiz dos cabelos. Ficando assim a mercê daquele beijo faminto. Desceu aquela boca gulosa pelo meu pescoço, chupando e lambendo minha pele . Afastou as alças do meu sutiã e lambeu o biquinho do meu seio, brincando com a ponta da língua, me torturando de forma gostosa, quando o senti chupar tão forte meu mamilo, arqueei com aquela dor deliciosa e jogando a cabeça para trás pressionei a cabeça dele em meus seios segurando firme, não o deixando parar e pedindo morde ...morde meu
biquinho .....ai que gostoso. Rebolei os quadris de forma desesperada ,ele alternou entre um seio e outro . Com as mãos percorrendo meu corpo. Desceu a calcinha do meu biquíni e circulou meu clitóris com o dedo suavemente, senti quando ele fez pressão no buraquinho da minha vagina, e recuei os quadris, ele imediatamente me segurou mais firme, no lugar. Largando os meus seios que estavam vermelhos e queimando de tanto ser chupados. Me deu outro beijo na boca. Então abaixou-se na minha frente ficando de joelhos ,olhou para cima em meus olhos e segurando firme meus quadris me ordenou ..... Abra mais as pernas e eu obedeci. Ele prontamente caiu de boca na minha xaninha e lambeu, chupou e mordeu meu grelinho e meus lábios vaginais. Me virou de costas para ele e abriu minha bunda com as duas
mãos e olhou meu cuzinho. Senti quando mordeu as polpas da minha bunda e abriu novamente, dessa vez para sua boca devorar meu cuzinho, chupando, lambendo e mordendo minhas preguinhas. Apoiada na parede, não suportei ficar só segurando com as mãos e encostei minha cabeça na parede de cerâmica. Sentindo sua frieza contra meu rosto quente. Quando pensei que não aguentaria tantas chupadas no cu, ele introduziu sua língua e brincou dentro do meu anel. De repente levantou e me beijou deixando minha boca e rosto todo babados. Senti mexer suas mãos e descer o calção de praia. Sem aviso ele me penetrou no cu,senti uma dor tão forte, queimando as paredes do meu ânus. Fazendo arder todo
meu cuzinho, ele me empalou em seu pau grosso e duro, em um movimento de vai e vem forte, duro e determinado. Eu gemia, choramingando e implorando sem saber o que.  


Só sabia dizer...... Por favor, por favor ..... não para! E assim ele o fez, estocando cada vez mais forte, mais duro. Com sua mão em minha vagina ,ele bolinava meu clitóris. Quando estava prestes a gozar, ele tirou o pau do meu cu, me virou de frente para ele, e forçou meus ombros para que eu me ajoelhasse na frente dele. Olhando firme para mim, ordenou ......abra a boca e assim o fiz. Ele com o pau nas mãos, segurou meu rosto e enfiou o pau na minha boca. Me dizendo ......... Chupe .......quero que lamba e chupe, eu matei minha fome comendo aquele pau, forçando minha garganta a abrir e engolir profundamente. Quando senti o primeiro jato de seu esperma quis recuar a cabeça. Ele não permitiu e me segurou ainda mais firme, gozando, gemendo

e uivando sua satisfação na minha boca. Eu o segurei pelos quadris e gozei desesperadamente, ficando prostrada com a força daquele orgasmo que lavou todos os meus pensamentos . Me sentindo poderosa por ter propiciado aquele homem uma satisfação tão grande. E me sentindo feliz por ter tido tanto prazer ao fazê-lo. Beijo com sabor de cereja e até o próximo . 




Escrito e enviado por 
Alice M. Dantas



quarta-feira, 4 de novembro de 2015

A Estudante


Aos quinze anos de idade,certo dia me vejo em plena sala de aula entediada com a cansativa aula de matemática.
Sempre gostei das aulas de português e história, mas matemática me derrubava.
Para ajudar o tempo a passar fico divagando, olhando as paredes da sala de aula.
De repente sinto dentro de mim uma ansiedade ao lembrar o livrinho de contos eróticos que roubei do meu tio na tarde anterior, enquanto ele estava no trabalho.                                 
Estou fascinada com as histórias safadas e ilustrações que tem nele. Nunca tinha visto algo assim.
Virgem, muito protegida por meus pais, estudando em colégio de freiras, todas as traquinagens de uma menina que nasceu com pensamentos inquietantes e voltados para o proibido, para o sexo.
Quanto mais protegida me sentia , mais vontades tinha de ousar , de me atrever.
Ao lembrar daquele conto, as posições sexuais vistas nele, me vejo repentinamente em plena sala de aula, excitada.
Me sobe um calor pelo corpo, os seios durinhos e empinados de adolescente ficam com os mamilos eriçados.
Minha vagina fica de imediato encharcada, me remexo na cadeira de madeira, e pressiono meu clitóris no assento. Aiaiaiai, que sensação maravilhosa, mas que não é suficiente, me ajeito na cadeira pressionando as coxas juntas e por baixo da saia da farda escolar, aquela saia plissada que me chegava até o meio das coxas, pois já estava curta para o corpo em fase de crescimento, com suspensórios que se cruzavam nas costas, blusinha branca de um tecido diáfano. O qual deixava ver o sutiã de rendas que abrigava os seios que ao menor sinal de frio ou excitação ,fazia despontar suas pontas durinhas e espetadas no tecido. Aliso minhas coxas disfarçadamente, subindo minhas mãos por elas, fazendo movimentos de carinhos e apertos, olho para os lados furtivamente por entre as mechas de cabelos castanho claros, longos, soltos pelos ombros e costas e analiso se estou sendo observada por amigas . Tudo parece estar perfeitamente calmo. Que bom ninguém notar nada,
continuo envolvida em minhas sensações, quando ao erguer os olhos me deparo com o olhar fixo do meu professor temido de matemática. Quis morrer! Tive a certeza que ele ia me mandar sair da sala para falar com a diretora. Mas ,qual não foi minha surpresa ao sentir seu olhar me percorrer toda, passar por meus cabelos ,rosto e senti seu olhar passear por meus olhos esverdeados e minha boca, que os livros lidos me diziam ser de lábios carnudos, quando sinto aqueles olhos invasivos se demorarem e permanecerem nos meus seios, abaixo o meu olhar e vejo os bicos duros perfurando o tecido transparente da blusa. Torno a olhar para o professor e o olhar dele não desvia dos meus seios, em um gesto de pura ousadia arqueio minhas costas e inspiro profundamente fazendo o tecido se colar totalmente nos seios e os bicos ficarem acesos e pontudos. Coloco minhas mãos dos lados da cadeira e miro o professor com o chamado para o pecado no olhar. Prendo seus olhos nos meus e ofereço meus seios para seu desfrute. Ele engole em seco e de súbito se esconde detrás da sua mesa, sentando-se rapidamente, mexe em uns papéis que estão na sua frente, mas percebo claramente que ele está perturbado.  Aquela reação de desejo, sua rigidez máscula que tive a oportunidade de ver antes que ele se sentasse aguça todos os meus sentidos e me vejo a desejar ser possuída por meu temido professor de matemática. E dali por diante em todos os momentos que tenho a oportunidade, eu o provoco, exponho minhas pernas quando ninguém mais está olhando, passo roçando a bunda por ele na porta ao sair ou entrar na sala, esfrego os seios em seus braços ao pedir ajuda para as resoluções de cálculos e provas. Com o passar dos dias vejo que ele está contribuindo para que aquelas situações aconteçam cada vez mais. Fico delirando e me tocando em casa. Na escola, apesar de mal assimilar o aprendizado de matemática ,completamente envolvida pela luxúria, me vejo a conseguir pela primeira vez ótimas notas em matemática, a pior matéria para mim. Os elogios em casa, e as provocações ocorridas entre professor e aluna se tornam uma constante. Certo dia caminhando sozinha pelo corredor, com meus livros nos braços ,escuto a voz daquele homem, objeto dos meus desejos juvenis,me chamar e ao olhar ele me faz o gesto para entrar na sala dos professores. Entro hesitante, olho para os lados e não vejo mais ninguém lá dentro, o coração está palpitando, sinto as mãos suadas e a respiração ofegante. Me aproximo dele, e ele faz várias perguntas sobre minha vida, e descobri que é amigo, muito conhecido de minhas tias professoras também.             
Sinto que isso nos causou uma certa barreira, mas não desanimo, e sei que será só uma questão de tempo para me entregar as delícias do prazer sexual com aquele homem, que vive povoando minhas fantasias e me proporcionando diversos orgasmos na calada da noite, em minha cama, pressionando o travesseiro entre as pernas para me ajudar com o latejar incessante da minha vagina em fogo.
Os anos vão passando e fico sabendo que ele luta com os outros professores para se manter como nosso mestre. Sei que ele ,assim como eu não quer que exista uma distância entre nós dois.
Me sinto envolvida por essa paixão. O desejo me consome e sinto a recíproca nos olhos dele cada vez que nos olhamos.                  
Hoje ,estou com dezoito anos e sinto que não teremos que esperar muito mais.
Um dia, na hora da saída, escuto durante a entrega dos resultados das provas, a voz do meu professor querido, me exigindo que fique na sala, por precisar me corrigir de erros nos cálculos. Sinto o olhar penalizado de algumas amigas, mas muito obediente, como uma boa menina, me sento na cadeira e aguardo suas ordens. Depois que todas saem, com a escola esvaziando nesse horário da tarde, o silêncio reinante é quase palpável.             
Vejo meu professor se aproximar da porta e encostar duas bancas nela, fazendo uma barreira para intrusos.
E sinto que o dia tão aguardado chegou! Finalmente teremos um ao outro.
Ele me chama, e eu o atendo. Me aproximo, suas mãos afastam meus cabelos do rosto e fazem um agarre na minha nuca.                    
Essa posição me deixa entregue aos seus desmandos. E eu me submeto, cheia de vontade e desejos.      Ao vê-lo aproximar sua boca da minha, fecho meus olhos e pela primeira vez na vida sinto os lábios de um homem adulto sobre os meus.               
Sua boca toma a minha com fome, com possessão e suga meu fôlego, com ânsia eu sinto suas mãos, percorrendo meu corpo.            
Elas formam conchas em meus seios e os aperta com sofreguidão, sinto seus dedos apertando meus biquinhos que já estão duros de excitação. Minha vagina fica encharcada de tesão,ao sentir seu toque.
Ele, em um arroubo de puro desejo contido a muito tempo, desce os meus suspensórios e me arranca a blusa, fazendo voar alguns botões que se perdem na sala. Tira minha saia e logo após minha calcinha. e sutiã.
Ainda vestido, senta-se em sua cadeira e me diz pra me virar e exibir todo meu corpo para ele.
Eu o faço, orgulhosa de meu doce corpo de mulher estar dando prazer ao seu homem 
Me aproximo e sem nada da adolescente tímida ,me inclino sobre seu corpo e roço meus seios, meus cabelos e minha vagina em seu corpo
Sinto seu membro rígido em meu ventre e de maneira totalmente despudorada me viro e sento em seu colo, esfregando a bunda em seu pênis completamente duro.
Ele ergue suas mãos e aperta meus seios entre elas, me vira de lado e chupa meus mamilos com tal força que sinto um misto de prazer e dor como cordas em todo meu ser.
Quanto mais pressão ele faz em meus seios, mais excitada me sinto e mais rebolo em seu pênis
Agarro sua cabeça de maneira possessiva e o pressiono contra mim.
Arqueio as costas e me ofereço toda pra ele, meu amado professor.     
De súbito, ele me põe de joelhos em sua frente, abre as pernas, me encaixo entre elas e o olho enquanto ele abre o zíper de sua calça e tira de dentro aquele mistério encantador pra mim,que pela primeira vez na vida vê realmente o pênis de um homem.
Ele o tira da cueca, o erguendo para mim enquanto o afaga com sensualidade.
E olhando em meus olhos diz com sua voz rouca de desejo: Me chupe! Abra a boca e me toma dentro dessa boca que desejo tanto.             
Prontamente, eu o atendo e deslizando minha língua em seu pênis duro, o abocanho e dou todo o prazer que posso com minha boca e língua famintas.  Quando estou com ele enterrado profundamente em minha boca, o sinto puxar meus cabelos e me mandar ficar de quatro na frente dele, no chão.
Me viro e de quatro, sinto seus olhos me analisando, me comendo e suas mãos vem até minha bunda, a abre e examina meu ânus, circulando o dedo e pressionando, forçando meus tecidos.
Sinto um jato de cuspe na minha pele enrugada e o dedo dele me penetrar, involuntariamente rebolo em seu dedo, gemendo com a intrusão daquele dedo, mal me acostumo com um ,ele introduz mais um segundo e depois um terceiro, eu choramingo de dor.              
Ao que ele responde que está me preparando, por que o pênis dele é muito maior e mais grosso que os três dedos dele.                  
E eu fico ali a sua mercê, temendo e desejando o que vai me acontecer
Sinto quando ele se ajoelha detrás de mim e esfrega seu pênis no meu buraquinho enrugado
Cospe mais uma vez e sem aviso se enterra dentro do meu ânus
A dor é tanta que eu desejo sair daquela situação, ele agarra com força meus quadris e mete sem dó
eu gemo e choro desesperada de dor, sinto a vista escurecer com tal ardor nas minhas carnes
Aquele pênis me rasgando as entranhas, em um movimento de vai e vem doloroso. Sinto sua mão buscando minha vagina e seus dedos me acariciando, e sua outra mão percorrendo minhas costas em quanto ele faz murmúrios de domar um animal rebelde. 
Suas mãos percorrem meu corpo afagando e apertando e se apoderam de meus seios, apertando meus mamilos.                    
Ergue meu corpo colando minhas costas em seu peito e me diz com voz de comando, virando meu rosto para o seu.                               
Me dá essa boca! E chupa minha língua dentro da sua boca com ferocidade.
Combina suas estocadas dentro do meu ânus com sua língua em minha boca e juntos Mestre e Aluna chegam a um glorioso gozo que é o primeiro de uma sucessão de muitos outros por vários anos. 

Mal o sinto sair de dentro de mim e já me pergunto quando será nossa próxima vez? Quando poderei sentir tudo aquilo novamente?...




sexta-feira, 8 de maio de 2015

Não Vou Te Comer Hoje!

Ele atiça todos os meus sonhos, assanha todos os meus pensamentos, me faz delirar em desejos e sensualidade. Ele e esta sua magia de me seduzir. Seu desejo de ir sempre mais além ... Ele me faz querer mais e mais a descoberta do meu corpo, dos meus limites e dos meus medos. 
Em certos dias, ele me chega bem misterioso, como em alguns momentos ímpares, me beija carinhosamente e diz que hoje eu serei dele por completo, que hoje eu irei me entregar a todo o prazer que possa existir nessa vida. Diz que me quer banhada e bem cheirosa, peladinha do jeitinho que ele gosta, que tem uma bela surpresa para mim. Meu sangue ferve em instantes ao ouvir sua voz macia e quase rouca me dizendo isso, meu corpo se arrepia, meu desejo se aperta entre minhas pernas e vou quase voando me preparar para meu homem, meu sonho, meu desejo. 
Quando chego ao quarto lá está ele, quieto, calmo. Em uma de suas mãos encontra-se uma venda de renda preta e na outra um objeto que ao primeiro olhar não consigo identificar. Lentamente ele se aproxima e me beija com amor, carinho, dedicação. Segura em minha mão e me conduz a cama que está prepara com pétalas de rosas e velas aromatizantes. O clima ideal para uma noite perfeita, pois lá fora chove, faz um frio bem gostoso, onde nossos corpos podem se enroscar e se deliciar por horas. 
Ao deitar-me na cama ele lentamente começa a beijar meu corpo, me dizendo

com voz suave que adora meu cheiro de fêmea no cio, que ele é inebriante. Vagarosamente (como que em câmera lenta)  retira a minúscula lingerie que uso, desliza seus longos dedos por todo o meu corpo, desenhando assim um mapa do prazer, passeando por todos os lugares onde me arrepiam a pele. Arranca-me gemidos quase inaudíveis. Chega em meu sexo que se comprime a cada toque, cuidadosamente passa um dedo em meu clitóris, onde o sinto pulsar, gritar de tesão. 

  Ele cuidadosamente me venda e beija meu rosto e, com seu polegar desenha a
linha de meus lábios que desejam os dele ardentemente. Baixinho em meu ouvido ele diz:
 - Hoje vou te usar de uma forma que nunca usei. Hoje vou brincar com teu prazer, mas não vais sentir meu corpo.
Todo o meu ser estremece ao ouvir aquela declaração inusitada. Como não terei o homem que tanto amo? Não entendo! Mas me entrego de corpo e alma em suas mãos como sempre faço. 
Sinto seu toque por todo o meu corpo, suas mãos quentes e hábeis brincam com os lábios do meu sexo até a pequena entrada do meu anus.. Ele para, se afasta e me fita por alguns instantes sem nada dizer, meu coração acelera um pouco mais, quando sinto algo frio percorrer por entre meus seios, deslizando pela barriga até chegar em minha gruta já molhada. Ele brinca com esse objeto em meu clitóris, sinto um arrepio percorrer todo o meu corpo, não tem como negar meu desejo por ele, meu tesão, meu sexo todo molhado, preparado para ele. Sinto o pequeno objeto me penetrar, gelado, duro, liso. Dou um gemido de prazer, ao mesmo tempo ele mexe em meu

grelinho me fazendo enlouquecer ainda mais. 


Quero ele, preciso dele ! 

Sinto um vai e vem delicioso dentro de mim, o prazer a me preencher por completo e aquele brinquedinho antes gelado, agora faz queimar em minhas entranhas,...
-- Ai meu bem. Deliiiciiaa ... 
Meu corpo treme de tanto prazer. Mas ... Ele para. Sinto seu toque novamente, seus dedos dentro da minha buceta toda molhada em um vai e vem frenético. Sem que eu percebesse ele deixou de ser gentil e carinhoso para
transformar-se no macho que toma o que quer para si do jeito que bem quer. Em seguida, seus dedos invadem minha boca, para que eu possa saborear meu próprio mel, meu próprio sabor. 
Ai que delicia! Sentir tanto prazer assim não estava em meus planos naquela noite fria.

Aahh, aí vem mais?!? 

Sinto um conjunto de bolas em tamanhos variados penetrar meu sexo que lateja e escorre de tanto prazer, que deseja mais, muito mais. Ele delicadamente introduz o brinquedo e dá leves palmadas em meu clitóris ... 
-- Aaii ... Suspiro em um breve momento. Perco o tino, o norte e o eixo. Mexo sem parar na cama, minhas mãos amarradas não me deixam tocar naquele homem que nesse momento eu desejo tanto. Ele abocanha meus seios, mordisca o bico o deixando ainda mais duro. Sinto meu corpo tremer, sinto meu sangue entrar em ebulição, minhas carnes não aguentam mais, quero gozar,

quero aquele homem dentro de mim. 

-- Me fode por favor. Faz amor comigo, quero seu pau duro dentro de mim. 
-- Não! Hoje você não vai sentir meu corpo, somente meus brinquedos. Fique quieta.
Com essa ordem eu queimei de tanto tesão, sua voz firme me ordenando ficar quieta, nossa... Sinto um calor mas não é do meu corpo. Sinto um pingo cair em um de meus seios. Ui! Sinto outro pingo no outro seio e assim vai descendo por todo o meu corpo. Quando chega em minha buceta já louca de prazer. Um, dois, três ... Depois suas mãos passeiam com os pingos que caíram da vela por toda ela que está sem nem um pelinho, lisinha, lisinha. Massageando ela por completo, ele enfia dois dedos dentro dela, girando lentamente e outro em meu clitóris. Eu dou um grito de um imenso prazer que percorre todo o meu corpo e assim gozo em seus dedos. Ouço ele sorrir, sua respiração um pouco ofegante e delicadamente ele se aproxima de mim e me beija os lábios com ternura e força. Ouço sua voz me dizer.
-- Amo você minha putinha. Mas da próxima vez iremos mais além. Quero testar teus limites um a um.
Aquelas palavras soavam feito um desafio que eu queria me submeter. Novas sensações, novos delírios. Tantas viagens sem sequer sair da cama. Entre um turbilhão de pensamentos devassos, arrisquei perguntar:
-- O que passa pela tua cabeça safada?
-- Não sei bem, quem sabe um belo gancho atolado nas entranhas da minha putinha?
Pronto. Apesar de ter tido orgasmos fantásticos a poucos minutos, ele me incendiara novamente e lá estava eu pensando em como seria da próxima vez. O que este homem faria do meu corpo? Que prazeres me proporcionaria?
Prometo contar. Quero dividir com vocês cada sensação que esse safado me fizer sentir. Mas por enquanto, deixem-me tomar um banho que meu corpo ainda abriga os vestígios do toque deste homem que adoro!