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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Eu, Meu Namorado e Suzana (Parte 2)

Eu e meu namorado esquentamos muito nossa relação depois da primeira vez que saímos com Suzana. Várias fantasias, frases, gestos, posições, ousadias se incorporaram a nossa vida sexual nada baunilha depois daquela experiência gratificante com a qual nos presenteamos e, já estávamos nos preparando para mais um encontro com aquela gostosa.
Eu estava ansiosa e querendo aproveitar aqueles momentos com muito mais participação, pois agora, eu queria muito mais que apenas vê-los. Eu queria estar na ação e queria meus orgasmos misturados aos deles. E assim telefonamos para a Suzana e marcamos mais um encontro. Ela tinha simpatizado conosco e veio nos encontrar toda linda e sedutora. Meu namorado já foi se despindo e nós “duas” fomos ajudá-lo. Quando estávamos os três nus, começamos a nos acariciar freneticamente.
Eu o beijei na boca, chupando sua língua daquela forma que ambos sempre gostamos de
fazer, com línguas acariciando a boca um do outro. Nisso a Suzana abaixou-se e começou um belo boquete, lambendo seu pau e acariciando suas bolas. Ver aquilo me deixava acesa e gemendo comecei a me esfregar no meu namorado. Fui inclinando-o em minha direção e disse a Suzana:
--- Faz um carinho no cu dele. Vamos mais longe hoje. --- Meu amor, quero que você experimente algo que nunca ousou fazer...
Ele  ia se levantando, mas eu o beijei e o prendi a mim e olhando-o implorei.
--- Deixa vai... Você vai gostar.
(Mas eu não queria que fosse apenas mais uma transa . Queria algo que eu tinha fantasiado por muito tempo)!
Peguei nas mãos do meu namorado para conduzi-lo até a cama.
Chegando lá ele deitou-se e Suzana foi engatinhando sobre a cama com seu pênis grande
e totalmente duro. Ela lambeu o comprimento do pau dele, saboreando seu amargo sabor, vi algumas gotas de pré sêmen saindo da cabeça do pau, que estava totalmente ereto. Suzana subiu em cima dele, na posição de 69. E disse:
--- Eu quero te preparar, quero te deixar pronto pra receber minha rola dentro de você.
Vi quando ela abriu as pernas do meu namorando e disse:
--- Abra mais. Quero chupar seu cu antes de comê-lo.
Meu namorado já estava com a boca enterrada no cu da Suzana chupando com força suficiente para encher o quarto com o barulho da sucção. Suzana continuou a saborear o pau, enquanto enfiava um dedo no cu dele.
O primeiro dedo deslizou dentro dele, fazendo-o gemer abertamente. Um segundo dedo se juntou ao primeiro, torcendo, sondando e o fez estremecer e suspirar, quando Suzana tocou sua próstata.
Então Suzana disse:
--- Se coloque em suas mãos e joelhos meu putinho. Fica de quatro prá mim.
Enquanto meu namorado obedecia, vi Suzana se mover para trás dele e segurou seus quadris com força. Ela pressionou a cabeça do pênis contra a entrada dele e com um impulso dos quadris deslizou seu pau profundamente dentro do cuzinho até então virgem de rola do meu namorado. Ele arquejou gemendo e sem se conter gritou:
--- Porrraaaa que dor do caralhooooo!
Nunca senti um tesão tão grande ao ver aquilo! Podia ver a dor, o êxtase, tomando forma em seu rosto. Suzana permaneceu imóvel, deixando-o se acostumar a ser totalmente preenchido.
Em seguida, ela se moveu.
Começou com curtas estocadas, até ir aumentando aos poucos em profundidade e velocidade.
Até seus corpos estarem batendo um no outro e os seios da Suzana roçando as costas do
meu namorado.
Vi que ele estava amando cada momento, ele gemia com os dentes cerrados, quando eu
me cheguei debaixo dele, tocando seu pênis, esfregando a cabeça e o coloquei na minha boca. Comecei a chupá-lo, pois queria que ele sentisse um gozo que o fizesse perder toda noção de realidade em total luxúria. Suzana estava com a respiração saindo em grunhidos. De repente, meu namorado se retesou e vi que ele ia gozar, o enfiei mais profundamente em minha garganta, para beber todo seu leite, sem desperdiçar nenhuma gota.
Dando uma saraivada de golpes cada vez mais longos e fortes, estimulando a próstata do meu namorado, Suzana urrou de prazer ao explodir seu gozo bem dentro do cu dele, e veio caindo por cima de suas costas. Se enterrando cada vez mais profundamente. Eu estava sufocada com o pau dele todo enterrado em minha garganta. Ejaculando em jorros que
escorriam pelos cantos da minha boca. Senti com tudo aquilo o meu próprio orgasmo me tomando e gozei elevando meus quadris para o ar, desesperada e totalmente entregue a toda aquela realização!
Quando Suzana puxou o pau de dentro do meu namorado ele puxou o dele da minha boca e sem se conter virou-se para a Suzana e chupou  o pau dela, se deliciando com seu próprio sabor e o da Suzana misturados. Vi que ele se empenhou em deixar o pau dela totalmente limpo, escorregando pelo cu dela, entre chupadas e dedadas cada vez mais vorazes. Eu não fiquei quieta, me aproximei e chupei seu cu extraindo com minha boca todo o gozo da Suzana que escorregava pra fora do cu dele. Pude ver que Nós três estávamos nos sentindo felizes e realizados e que teríamos muitas outras repetições de todo aquele delirante prazer.
Para mim estava ótimo se tudo terminasse ali, pois minha fantasia de ver meu namorado
enrabado e satisfeito se concretizara plenamente. Foi uma espécie de presente secreto que a muito eu queria dar à ele, pois sempre desconfiei que ele, apesar de ser extremamente viril, iria adorar experimentar uma rola comendo seu cuzinho até então só visitado por meus dedinhos de mulher pequena.
--- Vamos tomar uma ducha eu e Suzana. Você vem conosco? Perguntou meu namorado com um sorriso de quem estava saciado, porém ainda safado e faminto.
--- Não amor. Vão vocês e divirtam se. Quero vê lós daqui e descansar um pouco. Disse eu, ainda digerindo e processando as cenas deliciosas da última hora.
Pude perceber que se acariciavam e que um ensaboava o pau do outro pouco antes de ver meu namorado cochichando algo no ouvido de Suzana.
Logo em seguida secaram se e vieram marotamente em minha direção, ambos balançando suas rolas nas mãos e apontando as prá mim.
--- O que significa isso gente? Perguntei com ar debochado e festivo.
--- Nós decidimos que está na hora de uma certa pessoa virar sanduíche de gente. Disse meu namorado enquanto se abaixava na beira da cama, vindo com a boca em direção a minha bucetinha indefesa e sempre ávida de carinhos e rolas.
--- Não gosto de mulher, mas você me deu um presente tão gostoso hoje que vou abrir uma exceção e te comer gostoso menina. Disse Suzana com cara de puta safada.
Acho que corei. A Suzana me comer e eles fazerem uma DP,... Me belisca ou me deixa terminar de sonhar. Não quero acordar nunquinha,... rsrs
Vocês querem saber como foi isso não é? Admitam, estão curiosos e torcendo por mim, prá
que eu goze muito nestas rolas fantásticas do meu namorado e Suzana. Mas eu conto semana que vem. Agora ainda estou tendo um pouquinho de problemas para sentar e escrever com calma tudo o que aconteceu naquela noite antes de amanhecer o dia.

Prometo não omitir nadinha de vocês. Mas entendam que ainda estou toda doloridinha,... rsrs

sábado, 5 de dezembro de 2015

Como num Filme

Ontem, tarde da noite, estava eu assistindo um filme erótico onde tinha uma cena
de um homem e um gay transando. Já tinha visto filmes com cenas assim e confesso que sinto muito tesão ao assistir. Um gay bonitão, bem gostoso e o homem, lindo e com cara de cafajeste. Barba ralinha, com tremendo sexappeal. Fiquei muito excitada e cheguei a gozar vendo os dois. Depois que o filme terminou fui deitar e cansada como estava dormi imediatamente.
De repente me vi em uma boate esfumaçada, com pessoas bebendo, conversando e em alguns lugares havia casais se pegando. Eu, como mulher solteira e acostumada a andar com minhas amigas na noite, estranhei não vê-las comigo mas pensei: Elas devem estar por aí dançando ,nas salas conjugadas daquele lugar”.
De repente ao passar por uma janela espelhada, vi meu reflexo ali. Parei chocada,
pois eu estava com um corpo e rosto diferentes. Estava máscula mas com trejeitos femininos. Usava calça justíssima e uma camisa preta. Que estranho! Onde estavam meus seios? E que volume era aquele na minha virilha?!? Encontro-me completamente perdida naquela auto contemplação, me viro e vejo o dance Me dirijo pra lá e vejo um gato lindo dançando sensualmente com uma moça. Fico quieta observando, ele me parece familiar, aquela barba ralinha, aquela cara de safado,.. A moça de repente, se afasta e eu entro no dance. Começo a rebolar ao sabor da música quente que está tocando. Que delícia. Fecho os olhos e me entrego aquele momento. De repente sinto mãos me tocando, me arrastando para trás e colando meu corpo a um corpo quente e gostoso, de homem. Rebolo a bunda, encaixando na virilha dele e ele retribui empinando o corpo pra frente. Foram segundos preciosos e foi inevitável pensar: “Ai que pau duro e gostoso”. Me esfrego toda naquele homem e ele acompanha meus movimentos com seu corpo de formas sinuosas. Adooooro! Quando a música termina eu e ele nos dirigimos pra fora do dance e ele me pega pela mão e me arrasta até um canto isolado. Quando falei pra ele:
Oi gato,tudo bem?
Imediatamente estranhei minha voz rouca, grossa. E me perguntei o que é que estava me acontecendo naquela noite?!?
Tudo, gostosa....
Tá a fim de uma diversão?
Qual teu nome?
Fui falar meu nome quando saiu o nome:
André.
Muito surpresa e atordoada com o que estava acontecendo, escuto aquele homem
lindo me dizer: – Meu nome é Paulo.-- Vamos procurar um lugar mais tranquilo pra gente se conhecer melhor? Paulo falou.
Eu, olhei o bofe com cara de safada e disse …
Só se for diversão daquele tipo destruidora....Sou exigente sabe? Gosto de sentir a coisa em níveis assassinos! (epaaa ,pera lá, desde quando me refiro aos homens como bofes? afess que loucura!)
O bofe me olhou com um sorriso de tubarão, aquela cara de safado e disse:
Vamos então.... Encontrou o cara certo!
E eu senti que depois daquela provocação, eu ia rebolar feito doida naquela vara. Cuzinho safado, comedor de rola piscou na hora. E com uma rebolada convidativa, atirei os cabelos por sobre os ombros, os achando mais curtos que o normal e olhei de lado chamando o bofe pra matança. Encontramos umas salas na penumbra e com casais de todos os gêneros agarrados ali, transando feito loucos. Mais adiante tinha uma que estava vazia. Entramos.
Ele já me disse com a voz seca de desejo:
Tira a roupa. Tira tudo!
E foi se despindo também. Quando estávamos ambos nus, o olhei e o senti me olhando e baixei a vista percorrendo meu próprio corpo:
Ohhhhhhh mas como foi isso?!? Onde estava minha buceta? (Pensei quase em voz alta).
Eu estava ali com um pau de tamanho respeitável! Mas quando olhei o do cara, uiiiiiiiii aquele era grosso e grande, duro e potente. Aquela máquina ia fazer um estrago em mim! Ele se aproximou e me empurrando para o chão, sem nenhum beijinho antes me disse:
Chupa vai! Faz um favor a você mesma e deixa bem molhado. Porque essa é a
única facilidade que vai ter! Eu não gosto de entrar em lugar alagado. Gosto de entrar quase no seco, pra ouvir quando ranger.
Engoli em seco naquela hora e lembrei de uma amiga bicha que tenho que fala assim:
Miga ajoelhou tem que rezar! E faz bem feito, pra não envergonhar a nossa classe!
Uiiii cruzes que coisa loka! O cara afundou o pau na minha boca e eu chupei como se minha vida dependesse disso, olhando nos olhos do safado e vendo aquele sorriso bandido! Lambi e chupei as bolas. Voltei para o pau e arrastei a língua pelo cuzinho dele. Senti quando ele inspirou fundo e me puxando para cima pelos cabelos ,me virou de costa, deu uma cuspida na mão e outra no pau. Esfregou a cabeça do pau e cuspiu de novo e passou na minha bunda, me inclinei pra facilitar o acesso dele e senti aquele dedo invasor me abrindo o cu. Dois...... Três dedos depois ,ele tira e coloca a cabeça do pau bem na portinha do meu cu. Sem falar nada empurrou com vontade. – Porrrrraaaa que dor do caralho! Ardendo.....queimando..... foi me comendo e eu ali sem ousar me mexer. Quando ele dá um tapa na minha bunda e diz:
Mexe esse cu pra mim, sua vadia! Queria rola? Agora vai ter!
E socou forte...duro...matador de cu.... arrombando minhas pregas e deixando um
rastro de ardor cada vez que entrava e saía. Fui relaxando aos poucos e comecei a rebolar gostoso, gemendo alto. Ele sussurrava:
Assim ,gostosa . Sabia que tu gostava de dar esse cu assim que te vi ali fora, rebolando a bunda pra mim. Eu senti uma vontade enorme de me punhetar e foi o que fiz. Quando senti um jato quente em minha mão eu estremeci com aquele gozo explosivo! Ele ouvindo meus gemidos de satisfação empurrou mais fundo ainda e gozou jorrando sua porra profundamente no meu cu…
Aiiiii que delícia!
Fiquei saboreando aquelas sensações todas por segundos, talvez minutos. Nem sei!
De repente sinto uma tontura. Cabeça girando, abro meus olhos e percebo que
estou na minha cama e que tudo não passou de um sonho. Sinto vontade de ir no banheiro e levanto da cama. Aiiii, que dores sinto na bunda, o meu cuzinho está queimando, sinto todas as pregas esticadas tentando voltar ao normal e passo as mãos na bunda e quando sinto algo escorrendo, olho as mãos e vejo que estão com esperma nelas! Corro e me olho no espelho e vejo minha imagem refletida ali. Normal. A mesma garota de cabelos castanho claros de sempre. O mesmo corpo, a mesma cara. Tudo igual. Mas de alguma forma com experiências nunca imaginadas antes.
Teria sido um sonho? Teria acontecido de verdade. Acho que nunca saberei.

Beijo com sabor de Cerejas e até o próximo conto!


Enviado e escrito por Alice M. Dantas