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terça-feira, 14 de maio de 2019

Boquete Inusitado III - Matiné no Motel


Já era sexta-feira e nada de resposta. Eu cheguei a achar que decididamente havia perdido aquela delícia. Até perder o sono eu perdi durante a semana pensando em como seria possuí-la por inteiro,...
E nada de resposta!
Mas enfim, esta tinha sido a minha opção e,se ela quis ficar com o noivo, o azar seria dela e não meu. Eu já estava no lucro. Afinal, jamais pensara em sequer chegar perto dela e agora trocávamos bilhetes e eu havia recebido dois deliciosos boquetes daquela ninfeta gostosa e desejada por todos.
Quando ia para o vestiário, já no final do expediente, uma amiga de Mari trouxe-me um bilhetinho todo dobrado e sorriu maliciosamente sem dizer
palavra alguma. Colocou-o na minha mão e seguiu caminhando. Claro que eu olhei e, ela, notadamente fez questão de rebolar gostoso. Fiquei achando que ela sabia da história toda e estava se insinuando, mas logo olhei para o bilhete e esqueci Camila. Naquele momento ela não era o foco da minha atenção.


quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Memórias de Uma Cadelinha II - O Encontro

Bem, para quem ainda não me conhece, eu sou uma jovem loba, conheci meu Dono e depois de alguns meses nos conhecendo ele me surpreendeu com um encontro no meio do dia, logo após o horário do almoço como você pode ler em Memórias de uma Cadelinha - O Ínicio. 
Eu tenho um pouco menos de 1,60m, olhos cor de mel, seios e bumbum que enfeitam o meu sorriso. Meu Dono diz que sou gostosa, mas eu me acho comum.

Pedi ao Dono para esperar-me as 18:00h no aeroporto. Era um encontro especial demais pois tivemos que adiá-lo algumas vezes em função da vida profissional corrida do meu Senhor. Muitos empecilhos surgiram ao longo do ano, mas finalmente estivaríamos juntos.
Por telefone ele deu uma risada safada e disse apenas:
--- Venha sem calcinha!
Eu sempre soube que ele não era nada convencional, mas sem calcinha era inusitado para mim. Mesmo assim ousei perguntar:
--- Só isso meu senhor? Nenhum desejo mais específico?

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Memórias de Uma Cadelinha (O Início)

Naquela tarde ela não foi trabalhar. Inventou uma desculpa esfarrapada e na hora do almoço pegou
sua bolsa, passou pelo toalete e desceu as escadas com o coração na mão.
Caminhou cerca de duas quadras, ora apressada, ora mais devagar. Suas mãos suavam frio e o coração em disparada anteviam o que estava para acontecer. 
Parou na esquina da Azenha com a Botafogo, tirou da bolsa um pequeno espelho e pôs-se a retocar o batom.
Na verdade não retocava nada. Não conseguia. Sua cabeça girava e o pensamento ia longe. Quase trêmula pegou o celular para ver se havia alguma nova mensagem, mas nada!

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Os Melhores do Ano

Nestes sete anos de blog tivemos textos, vídeos, fotos, HQ's, Fotonovelas que se destacaram pelo número de acessos. Agora, quando o 2017 começa a se despedir, achei legal fazer uma maratona e mostrar alguns dos campeões acesso dos últimos doze meses. Espero que gostem.


terça-feira, 14 de novembro de 2017

Para o Tronco (Conto Erótico / Repost)

A Brincadeira começou após uma discussão, onde entre uma e outra frase eu disse à ela:
--- Olha, você merecia,.. merecia,... Nem sei. Mas merecia ser castigada.
--- Merecia o que? Fiquei curiosa. Retrucou ela, com seu sorriso malicioso que me fazia passar da ira ao tesão em fração de segundos.
--- Ir para o tronco e levar umas boas palmadas. É isso! Safada! Ainda tentei esbravejar, mas nem eu mesmo acreditava que ainda estava bravo.
--- Sua safada. Só sua! Disse ela enquanto alisava o volume que se formava sob o meu zípper.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Kathy e os primos (Conto Erótico)

“Ela o puxou para o beijo final. O premio pelo feito. Ele recuou e riu.
-- Sabe quando você vai ganhar este beijo?
-- Quando? Perguntou ela.
-- Quando voltar e me dar o teu rabinho gostoso. Pode ficar virgem se quiser, mas teu rabinho não me escapa.
-- Tá louco garoto. Esse negócio que você tem aí não entra não. Fala sério vai.”

Dois meses já haviam se passado desde aquele Luau e estas frases não saiam da cabeça de Kathy. Soavam como um desafio. Em seus momentos notívagos ela passava os dedos sobre seu cuzinho virgem e perguntava-se se aquela piroca imensa do Fredy caberia todinha dentro dela sem causar dor, ou ao menos causando mais prazer do que dor. Sim, ela se sentira desafiada. Sentia aquela dorzinha fina e aguda dentro do cuzinho quando pensava e passava os dedos. Era como se uma boa gozada quente e farta servisse como o remédio que ela precisava para amainar aquela febre interna, aquela vontade que não passava.
Neste meio tempo, nas baladas da vida ela conversou com Nil, beijou Rafa, ficou com o Jef e sentia-se cobiçada, embora não tivesse rolado nada além disso mesmo. Nadinha!
Ela tinha fome e sede, precisava se alimentar como fizera ajoelhada a frente de Fredy. Ah,
Kathy também descobrira depois de tanto pensar naquele diálogo com Fredy, que gostava mais de meninos de pintos grandes. Isso atiçava-a. Talvez pela dificuldade de abocanhar, talvez pela dor aguda no rabinho. Não sabia explicar o por que, mas sabia que amava isso, mesmo sabendo que na hora em que não fossem só “carinhos orais” como ela costumava dizer rindo, às amigas, ela ia sofrer, por que um trem daqueles deveria fazer um estrago no rabinho e na bucetinha virgens dela. Azar” Gostava e pronto. Era isso que interessava.
Finalmente era sábado, as amigas chamaram e lá se foi Kathy para a casa de Bia. Para se arrumarem e encontrarem com a galera na balada. Naquela noite aconteceu algo que ela só entenderia anos
mais tarde, foi no quarto de Bia, quando ambas se trocavam e se arrumavam para a noite que viria. Ela olhou para Bia nua, sentiu o perfume que esta pusera a poucos minutos e viu-se de pele eriçada, a bucetinha melada e um desejo quase incontrolável de tocar o corpo da amiga. Se controlou, se recompoz e suspirou. Meia duzia de fantasmas terríveis invadiram sua mente, mas naquele momento ela queria era a balada. O resto pensaria depois.
A noite corria gostosa. Algumas garrafinhas de Ice vazias depois e ela reparou num menino que estava tipo sobrando, enquanto Jef falava com Bia, perto daquele cantinho que ela, algumas vezes já tinha ficado de joelhos sem rezar nadinha.
Sorriu em silêncio e dirigiu-se até eles. Não demorou muito e Kathy estava pendurada no pescoço do garoto, com uma garrafinha de Ice na mão e a cabeça um pouco zonza. Foi daí que tocou uma música que ela adorava. Parece que foi Beth Balanço. Não tenho certeza agora. Kathy, altinha e pronta para matar puxou o garoto pela mão para irem para a pista. Dançou, erotizou, barbarizou e soltou-se roçando o bumbum na piroca do guri por cima da calça jeans. Ela pensava em Fredy e no que ele dissera naquela noite. Rolou aquela dorzinha safada que ela ainda não sabia nominar, mas gostava de sentir. Ela tropeçou na pista sem querer e percebeu então que não estava muito legal.
-- Você não tá legal menina. Vamos tomar um ar? Perguntou o garoto. Que chamava-se Lucas.
Ela acenou positivamente e sairam caminhando abraçados. Estava um cadinho frio e Lucas
colocou a jaqueta dele sobre Kathy.
-- Eu moro a duas quadras daqui. Um café prá espantar a Ice tá valendo? Perguntou o garoto.
-- Claro. Bora tomar um café. Você tem leite também? Respondeu Kathy com um sorriso safado.
-- Toda hora. Respondeu Lucas abraçando ela forte com um beijo safado.
Na casa do garoto ele fez o café como um bom anfitrião. Esperou ela beber e fez sinal de silêncio com um dedo na frente dos lábios.
-- Minha mãe tá dormindo no quarto dela. Disse ele baixinho.—Mas eu quero te mostrar o meu. Falou ele com olhos de quem já devorava sua presa.
-- Olha Lucas. Eu não transo viu. A gente pode ficar, mas vai devagar.
Tudo bem garota. Fica fria. Apenas vem.
Ela foi.
Num beijo bem pegado, Kathy abriu dois botões da camisa de Lucas e enfiou a mão, enquanto ele beijava o pescoço dela e fazia alguns elogios nada novos, mas naquele momento, interessantes.
Ela queria, mas não queria. Estava confusa. Não sentia tesão suficiente, mas como sair dali e
dar um bolo no garoto? Resolveu que ia investir naquele momento, mas não deixaria ele gozar na boca dela não. O momento não merecia tanto. Quando muito batia uma punhetinha prá ele, dava uns beijinhos e ia prá casa.
Abriu o zipper dele sem permitir que ele tirasse sua roupa. Empurrou-o para trás, fazendo-o sentar na cama, ajoelhou-se. Ela adorava se ajoelhar diante de um cassete duro e latejante. Sentir que aquilo era prá ela mexia com todos os seus sentidos.
Abocanhou o garoto sem dó e resolveu que naquela noite ela daria umas mordidinhas, só prá ver ele gemer alto.
Ele de olhos fechados, as duas mãos nos cabelos de Kathy e ela com uma sensação esquisita de estar sendo observada. Coisa estranha aquilo. Resolveu tirar a limpo e virou-se para olhar a porta. Estava entreaberta e dava prá ver nitidamente um cara batendo uma e observando-os. Tomou um susto. Bateu no braço de Lucas.
-- Lucas. Tem um cara olhando a gente. Falou quase gaguejando.
-- Fica fria Kathy. É meu primo, o Nil.
-- Oi gente. Não quero atrapalhar viu. Só parei prá olhar por que ahei gostoso de ver. Falou Nil.
Puta merda. Pensou Kathy. Nil era o carinha que ela ficou no outro dia (e não rolou nadinha). Eles eram primos. Que merda!
-- Bom. Vou nessa que to pregado. Continuem crianças. Falou Nil sem tirar os olhos do rabo de Kathy.
Ela, sem clima algum, estava se recompondo e pensando seriamente em sair daquele quarto.
-- Que nada. Fica aí de boa primo. Onde come um, come dois. Falou Lucas com cara de
safado.
Ele não era tão timido assim, pensou Kathy.
Nil olhou fixamente para Kathy esperando uma resposta. Foi neste momento que ela percebeu que ele ainda tava de pau pra fora. Duro, erguido e,... GRANDE! Apontando prá ela.
Suou frio. Não sabia recusar um belo pau GG. E agora? Que dilema? Que merda, nunca tinha chupado dois caras numa noite, ainda mais juntos. Isso não ia prestar.
Mas como diz o ditado: “Já que tá lá,... que lá teje”!
-- Senta aí do ladinho do Lucas. Não vou te deixar passando vontade. Tá com cara de coitadinho que não pegou ningué hoje né? E deu um sorriso maroto.
Nem bem Nil sentou direito e Kathy, agora, poderosa, tinha um em cada mão e olhava fixamente para ambos. Optou por pegar Lucas e terminar o que tinha começado. Sentiu as mãos de Nil, ainda sentado, percorrendo seu corpo e desta vez permitiu. Ele passeou por seus seios durinhos e pontiagudos, mordeu a nuca e esticou-se para alcançar a grutinha melada dela.
Kathy deu um salto para trás.
-- Calma garota. Só quero retribuir as lambidas que você tá dando no Lucas.
Ela acomodou-se novamente, de joelhos entre ambos, abriu um pouco as pernas e permitiu que
ele colocasse a mão dentro da calcinha dela enquanto brincava com os dois em sua boca, ou tentava, ao menos. Isso era muito gostoso e ela estava precisando de uma bela gozada também.

Nil escorregou chão abaixo e enfiou-se como um malabarista entre as pernas de Kathy. Logo ela já sentia sua língua brincando no grelinho dela. A bucetinha pingava de tesão. Ela estava no céu e não queria sair tã cedo.
Apressou-se com Lucas e quando sentiu que ele estava prestes a gozar, pegou o pau dele com uma das mãos e bateu uma punheta gostosa. Ele gemeu alto. Era inevitável.
A mãe dele, meio dormindo, meio acordada, perguntou:
-- O que houve filho? Se machucou?
-- Nada mãe. Pode dormir.
Os tres riram sem perder a concentração.
Kathy, num 180 graus que nem ela sabia ser capaz, girou e poz-se num sessenta e nove com
Nil. Como ele chupava gostoso a bucetinha dela, e que pegada em suas ancas. Aquele garoto merecia
tratamento VIP.
Ele, sentindo a entrega dela ao momento, arriscou dedilhar o cuzinho da garota. Quase conseguiu meter um dedo, quando ela delicadamente tirou a mão dele dali e sussurrou.
-- Esse rabinho já tem dono. Não é pro teu bico garoto.
E gozaram fartamente um na boca do outro. Kathy fez questão de beber cada gota de Nil, como se fosse seu premio depois daqueles meses de fome e sede.
Ele continuou chupando ela mesmo depois de perceber que ela gozara no minimo umas tres vezes. Kathy já sentia suas forças se exaurindo aos pouquinhos.
Puxou lucas com a mão, deu uma ultima apertada no pau mole do garoto, puxou sua camisa e limpou a boca.
Estava satisfeita.
Bom meninos. O show acabou. É hora da Kathy ir para casa.
-- Eu te levo. Afirmou Nil enquanto arrumava sua roupa.
-- Obrigado por me apresentar teu primo Lucas. Fez a noite valer.
Sairam. No caminho até a casa de Kathy eles trocaram muitos beijos, passaram mãos, deram-
se abraços e,... se curtiram. Como devem curtirem-se dois jovens ávidos de prazer.

-- To com ciumes. Exclamou Nil.
-- Do teu primo? Perguntou Kathy.
-- Não. Do dono desse rabinho lindo. Queria ele prá mim.
-- Chegou tarde garoto. Mas vai que a gente se esbarra por aí né?
-- É. Quem sabe. Disse Nil já quase na porta da casa de Kathy.
-- Apareça! Disse Nil ao se despedir. – Será sempre bem recebida.
-- To sabendo. Disse Kathy. Já girando a chave na fechadura.
De súbito, puxou Nil e pegou nele por cima das calças. Constatou que ele estava novamente duro como pedra. Não esperou e disse apenas.
-- Essa é de despedida! Ajoelhou-se encostada na parede, abriu o zipper dele (adorava ver um belo passarinho saltando prá fora da gaiola) e abocanhou sem cerimônia.

O dia já estava amanhecendo, mas ela pensaria muito em tudo o que acontecera naquela noite. Sem dúvidas, era prá ficar na história.

sábado, 17 de setembro de 2016

Post Duplo: Noite de Sábado / Academia "Pega no Ferro"

Academia "Pega no Ferro"




Noite de sábado. 

Fredy havia terminado com sua
namorada a poucos dias por motivos bobos e agora, todos os amigos estavam enturmados e ele sem nada para fazer nem com quem sair.
Na verdade ele já se arrependera
de discutir com Paula. Tinha sido por ciúmes dela em relação a uma amiga que vivia dando em cima de Fredy. Por brincadeira ele dissera que adoraria ter ambas em sua cama e pronto. Isso bastou para que Paula ficasse furiosa, mandasse ele namorar a tal amiga e batesse a porta do carro dizendo em lágrimas para ele não a procurar mais.



terça-feira, 22 de setembro de 2015

Memórias de uma Cadelinha IV - (O Encontro)

Havia um suor frio nas palmas de suas mãos, fruto do nervoso de finalmente estar ante o Dono.
Contudo, o brilho intenso no olhar denunciava toda a sua alegria e emoção de, finalmente poder usar a coleira de seu mestre.
Ela cumprira todas as determinações de seu Senhor. Vestia um vestidinho solto, pouca maquilagem, saltos não muito altos e um pequeno plug, símbolo de sua subserviência. Era um mundo novo para ela que, mesmo após ter desejado tanto, agora sentia-se ansiosa e perdida. Uma dicotomia de sensações interiores impossível de descrever. Mas estava ali e por nada deste mundo deixaria de viver cada momento ao lado do homem que elegera para chamar de Dono.
Somente ele teria o poder de governar seus prazeres e a forma como eles se dariam. À ele e tão somente à ele, cabia-lhe servir incondicionalmente, mesmo que para isso, em alguns momentos abrisse
mão de seu próprio eu, somente para ver o prazer estampado na face do Dono. Se viesse a ser punida, ou teria feito por merecer ou seria simplesmente para o deleite de seu Senhor e, por mais estranho que pudesse parecer, pensar desta forma a fazia sentir um mundo inteiro de novas expectativas, sensações e devaneios.

Decididamente ela jamais voltaria a ser a mesma baunilha de antes. Aquele dia mudaria toda a sua vida e sua forma de pensar e agir. A coleira a punha em um patamar que jamais ousara pensar em estar. Mas estava lá agora, e isto era irreversível.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Memórias de uma Cadelinha (parte III) A Aposta

Era madrugada de sábado e estávamos em um clube com casais amigos. Eu e algumas amigas, conversávamos em uma mesa enquanto os homens jogavam sinuca numa mesa que ficava do outro lado do nem tão grande salão.
Como era de costume estávamos todas de coleiras e/ou pulseiras que continham os símbolos dos respectivos Donos de cada uma de nós. Uma da meninas contava sobre sua última sessão, onde seu Dono a “emprestara”, sem contudo, sair do mesmo ambiente e nem perder o comando da situação. Apesar de subjugada, ela estava feliz por ter agradado seu mestre sem desobedecer nenhuma das ordens que ele lhe dera. Contou ainda que o homem que o Dono escolheu para emprestá-la era bem dotado e que isso dera-lhe algum trabalho para obedecer certas ordens de seu Senhor.
Devo confessar que a narrativa dela me enchia de desejos, mas jamais poderia comentar algo

assim com meu Senhor. Nem sei como ele agiria se eu tocasse no assunto e não fosse do agrado dele.
A medida que a noite ia avançando alguns casais se despediam e partiam. Por volta das duas da madrugada éramos apenas três casais. Minha amiga das confidencias, eu e uma outra menina que era nova em nosso grupo. Ela e seu Dono eram mais jovens, polidos e respeitavam as regras e os mais experientes. Preceitos básicos para que estivessem entre nós.
Dom Pablo, o Dono de Mireylla (os novos no grupo) fez sinal para ela despedir-se de nós e vimos ao longe os outros dois cochicharem eu seu ouvido algo inaudível, mas acenaram que sim e sorriram entre sí olhando para nós com caras de safados.
Depois vim a saber que era uma aposta. Um mini torneio onde quem perdesse cederia sua sub ao ganhador. Ante todos os presentes, sendo que os demais poderiam apenas observar calados.
Meu Dono veio cochichar em meu ouvido falando sobre a aposta, mas disse que não me preocupasse por que ele jogava bem e raramente perdia.
Nunca desejei tanto que ele estivesse errado e perdesse feio,.... (desculpem a sinceridade).
Lá pelas quatro da manhã o torneio encaminhava-se para seu final e numa ultima tacada meu Dono foi o vencedor. Dom Pablo perdeu no detalhe e Dom Friedrich teve o direito de apenas observar, caso quisesse permanecer.
Ele colocou Mireylla sob a mesa, devidamente amarrada para que todos vissem a cena. Ela tinha
um olhar confuso. Mirava Pablo como que se pedisse para ele não cedê-la, mas ele estava inerte e nada dizia. Apenas apontava para que ela obedecesse.
Eu estava com água na boca, apesar de não ser a primeira vez que veria meu Dono usando outra cadelinha na minha frente.
Para não humilhar demais o perdedor, ele pediu que Pablo a usasse primeiro. E este prontamente amarrou-a com as mãos sobre a mesa de bilhar, despiu-a e gozou fartamente. Neste momento deu-me a impressão que ele gostava da situação e sentia um certo prazer sádico em ver sua cadelinha sendo usada por outro homem.
 Meu Domo usou a cadelinha dele sem demora. Comeu o rabinho dela que, fez menção de gemer de dor e/ou prazer, ao que recebeu um tapa no traseiro com a mão espalmada e um simples sinal para que permanecesse calada. E foi assim que tudo se passou.
No final de tudo, Dom Pablo falou algo baixinho para meu Dono. ambos sorriram e apertaram as mãos. Mireylla arrumou as vestes logo após ser solta e despedimo-nos os seis.
Curiosa, perguntei ao Dono o que Dom Pablo havia lhe dito quando apertaram as mãos.
Ele seco, fazendo pouco caso de todo o acontecido, disse-me apenas:
--- Pediu uma revanche semana que vem. Eu disse que para mim estava ótimo e sorrimos.
--- Interessante. E pretende mesmo apostar a mim meu Senhor?
--- Sim, pretendo. (Fez-se um breve silencio e ele complementou) --- E desta vez vou perder!
Instantaneamente me senti inundada e latejante.

Nada mais dissemos naquela noite.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Memórias de Uma Cadelinha (Parte II) Repost

Pedi ao Dono para esperar-me as 18:00h na rodoviária. Era um encontro especial pois  adiáramos
este encontro a muito tempo. Muitos empecilhos contribuíram para que finalmente estivéssemos juntos. Por telefone ele deu uma risada safada e disse apenas:
--- Venha sem calcinha!
Eu sempre soube que ele não era nada convencional, mas sem calcinha era novo prá mim. Mesmo assim ousei perguntar:
--- Só isso meu senhor?
--- Adoraria sentir um plug em você!
Aquilo me fez suar frio. Viajar por horas com um plug no meu rabo era algo novo para mim, mas meu dono pediu e seu pedido era uma ordem. Eu sabia que desapontá-lo no primeiro encontro podia render algum castigo que eu ainda não estava em condições de mensurar.
Ao chegar no local, com dez minutos de atraso, pude vê-lo assim que desci do ônibus. Ele vestia um sobretudo, gravata e roupa social. tudo preto. Em sua mão pude ver um chapéu ao melhor estilo Chicago anos 20. Ele estava perfeito e nenhuma cadelinha podia ter um dono mais  esmerado em sua posição do que eu.
Já o imaginava tocando minhas carnes, num quarto a meia luz, dando ordens e me tratando como
seu objeto.
Quando sai da minha cidade eu sabia que era um divisor de águas. Minha vida como fêmea jamais seria a mesma. E eu devia toda esta mudança aquele homem que me conduzia com maestria e força.
com certeza eu traria marcas deste encontro , cada marca seria um troféu, por dar prazer a quem me fazia trazer a tona o melhor do meu ser. Eu estava renascendo, e tinha plena consciência disso.

Caminhei ao seu encontro,...
Estava pronta para todas as mudanças!

sexta-feira, 20 de março de 2015

Presente de Páscoa (Final)

PARTE I

Fui pontual o suficiente para não deixar aquela diva esperando. Parei na frente, buzinei e me pus a esperar. No rádio do carro tocava aquela música do seu Jorge, Burguesinha e eu ria sozinho. Tinha motivos né.
Assim que ela surgiu, eu descobri que aquela mulher podia ser ainda mais bela, desde que se sentisse feliz e desejada. Assim que ela entrou no meu carro, aquele perfume novamente inundou o ar e serviu de fundo para o selinho que ela tentou me dar. Sim. Tentou, pois desta vez eu segurei seu rosto, afaguei seus cabelos e dei-lhe um longo beijo. Cheio de desejo. Daqueles que dizem nas entrelinhas que naquela noite ela seria minha e isto já estava decidido.
Ela retribuiu na mesma volúpia.
No trajeto falamos sobre tantas coisas que eu nem conseguiria reconstruir em poucas linhas, mas dentre elas, falou sobre a insatisfação com seu namorado, que a havia pedido em noivado, mas por ter uma vida atribulada e viajar constantemente pelo país inteiro, pouco tempo dedicava à ela.
— Vamos fazer o seguinte. Não fale nele hoje. Amanhã se você quiser, juro que te ouço, mas hoje você está comigo e eu quero saborear este momento como se mais nada houvesse no planeta inteiro.
— Ela meneou a cabeça positivamente, sorriu e afagou meu rosto,
Fomos à um restaurante que além de uma cozinha excelente, oferecia uma música de fundo bem MPB. Tudo de bom. Até ali eu creio que estava acertando nas opções.
Durante o jantar arrisquei perguntar o que Nanda tinha em mente. Se preferia uma balada? Um cineminha?
— Lembra que você disse que hoje somos somente eu e você? Que nada mais existe? Então Carlos. Decida por nós.
Poxa, ouvir isto daquela diva, que neste momento estava a menos de meio metro de mim,... Foi inevitável um segundo beijo. Desta vez nossas mãos e corpos se aproximaram e era iminente tudo o que viria.
Havia uma pequena pousada no pé da serra, que por ser entre cidades, geralmente não lotava, mesmo na Páscoa. Liguei para a recepção e felizmente constatei que ainda havia vagas. Um lugar lindo, onde além do conforto, podia se ouvir o cantar do galo pela manhã e, se você pedisse, podia barganhar por um copo de leite tirado da vaca a poucas horas. Era realmente fantástico e foi para lá que nos dirigimos.
No caminho, as carícias ousaram e qual não foi minha surpresa ao constatar que sob a sainha que ela usava, não havia calcinhas. Aquela safadinha enfim, queria o mesmo que eu e isto era maravilhoso. Ela estava meladinha e minhas mãos brincavam naquela grutinha quente, cada vez que uma sinaleira se apresentava vermelha para nós.
Em pouco mais de uma hora estávamos já, dentro da suíte, agora bem mais íntimos e cúmplices. Nanda mudara seu rosto, tinha agora uma cara de safadinha estampada na face que me fazia delirar mesmo antes de deitarmos.
Ela me mandou fechar os olhos e ficar estático assim que despi-me da última peça de roupa e assim o fiz. Do outro lado da cama, eu imagino que ela tenha vindo engatinhando até mim e ganhei de Páscoa o melhor boquete que o meu cacete conhecera nestes trinta e poucos anos de existência. Mas eu nem pensava em gozar ainda. Sequer era meia noite e eu queria eternizar aquela noite. Peguei-a suavemente pelos cabelos, fiz com que subisse lentamente, a beijei e num ato quase instintivo fiz com que se deitasse, com aquela grutinha que eu brincara até alguns minutos atrás, toda exposta e apontada para mim. Cai de boca literalmente e retribui todo o carinho que recebera. Ela gemia, miava e dizia coisas que eu sequer entendia.
Me pegou pelos cabelos e parecia tentar enfiar todo o meu rosto dentro da bucetinha dela. Coisa impossível né gente.
Quando reparei que ela havia atingido o clímax, fui subindo e me encaixando nela. Tudo parecia perfeito. Tudo parecia mágico.
Quando me acomodei dentro dela e soltou um gemidinho gostoso de se ouvir, daqueles que deixam o cara ainda mais excitado. Transamos assim por alguns minutos. Até ela gozar pela segunda vez. Me beijou, me arranhou, me chamou de tantas coisas que eu literalmente pirei. Só queria saber de mais e mais. De supetão ela coloca suas duas mãos em meu peito e freia-me, dizendo no meu ouvido ao mesmo tempo que mordia de levinho a minha orelha.
— Come meu cuzinho vai!
— É claro que vou comer minha delícia. Muitas vezes viu! Como recusar o pedido de uma diva? Você conseguiria?
Ela virou-se e empinou aquela bundinha linda e pidona. Pincelei o cacete no melzinho dela, após ter trocado o preservativo e mirei. Queria que fosse lento, queria que fosse gostoso e acima de tudo queria dar-lhe muito prazer naquela noite. Cada centímetro era uma conquista, era magnífico e eu ainda estava perplexo.
Quando estava começando a ficar gostoso e ela rebolava no mesmo compasso em que eu mexia,... Adivinhem: O celular dela toca e, quando ela esticou o braço para pegá-lo fiz menção de tirar. Ela me segurou e mandou que eu não parasse. Que continuasse metendo gostoso.
— Alô.
— Alô. Meu amor, sou eu, o Lauro. Estou na frente da tua casa e está tudo fechado. Você saiu?
— Sai sim meu querido. Você não ligou, não avisou e eu cansei de esperar em casa. Aiiiiiiiiiiii.
Dei uma estocada mais forte e ela gemeu no telefone.
— Que foi isso amor? Você ta gemendo?
— Não Lauro. Bati a ponta do pé e doeu um pouquinho.
— Sim minha amada. Mas onde você está hein? O que está fazendo a esta hora na rua? E sem mim ainda por cima.
— Lauro, eu não vou te falar onde e o que estou fazendo, mas vou deixar o celular ligado. Então, se você quiser escutar,...
Vocês acreditam que aquilo me excitou ainda mais? Meu cacete, mesmo dentro dela cresceu ainda mais, aumentou o tesão e tudo o que eu queria era comer aquela ruivinha linda de todas as formas possíveis.
Ela gemia, miava, grania e me mandava meter com mais força.
Quando eu gozei maravilhosamente nas entranhas daquela ruivinha fogosa o celular havia sido desligado e, em seguida chegou uma mensagem, que dizia:
— “Meu amor, sei que foi um erro e se você ainda me ama, saiba que te perdôo”.
Você que está lendo este conto deve agora estar se perguntando se Nanda voltou para o Lauro né. Afinal, ele é bem na foto e poderia lhe dar uma vida de rainha, coisa que eu, apesar de ter uma boa situação, não conseguiria.
Eu respondo dizendo à você que hoje é dia 1ª de maio e eu escrevo a parte final desta estória, no mesmo quarto, na mesma pousada. E adivinha com quem?
Estes dias a Nanda me fez uma proposta indecente. Me ligou no meio do expediente e soltou a seco:
— Amor, adoraria que você me levasse em uma casa de Swing, tenho a maior curiosidade em conhecer um lugar destes. O que você me diz?
Confesso que na hora eu não soube o que responder e fiquei mudo. Mas me digam meus amigos, sinceramente,...
O que você responderia à ela se estivesse no meu lugar hein?
Aguardo respostas,...

quinta-feira, 19 de março de 2015

Presente de Páscoa

Estas datas comemorativas, se vistas do ponto de vista consumista, são um verdadeiro caos. Já passava das 21:00h, eu havia trabalhado o dia todo e, antes de ir para casa prometera levar o “peixe” e os tão famosos ovos de Páscoa. Irritado, cansado, precisando de um banho, com fome e na fila do caixa de um supermercado lotado.
Até para conseguir uma vaga no estacionamento eu pagara todos os pecados do mês inteiro. Era um inferno estar ali.
Ou melhor, quase um inferno!
A única coisa que me fazia suspirar, num quase sem sentir, em meio a todo aquele cenário desfavorável era a bela visão daquela anja ruiva, bela e sutilmente sedutora que estava a minha frente na fila. O perfume dela adentrava em minhas narinas e enquanto o caixa estava parado esperando troco eu a imaginava despida, a meia luz, com um sorriso matreiro e aquela carinha de pidona que toda mulher sabe fazer quando quer ser carinhosa com seu macho.
Quando o fiscal de caixa chegou com mais troco a realidade me bateu com força e a fila andou. Ela passou suas compras, colocou o cartão na máquina ao mesmo tempo que seu celular tocou. Pegou ele com uma mão e com a outra digitou sua senha. Parecia ser seu namorado e, pela cara de triste, aparentemente ela levara um bolo naquela noite. O sorriso se desfez e ela meio sem jeito, perdeu-se entre o cartão, as compras, o celular, a bolsa e o burburinho do mercado cheio.
Eu, já na boca do caixa e assustado com a tela do computador, onde os valores não paravam de subir, respirei aliviado quando a menina parou de passar produtos e totalizou. Entreguei-lhe meu cartão e esperei o empacotador me entregar o carrinho com minhas compras.
A ruivinha dos meus sonhos mais recentes ainda guardava suas coisas e se organizava quando a menina do caixa colocou meu cartão sobre o check-out, desejou-me Feliz Páscoa e chamou o próximo. Neste ínterim foi que nossos olhares se cruzaram, pois nossas mãos quase se tocaram quando ambos fomos pegar nossos cartões sobre o balcão. Eu tive um segundo para dizer algo e quase gaguejando falei baixinho:
— Feliz Páscoa prá você.
Ela, com um sorriso amarelo meneou a cabeça em retribuição e foi-se.
Entrei em meu carro com minhas compras e segui minha rotina. A sexta-feira entre familiares, com direito a peixe assado e vinho transcorreu como de costume e o feriado, prá variar acabara tornando-se cansativo e curto. Sábado cedo, dia de queimar algumas calorias em uma corrida curta, mas que funcionava quase que como um ritual rejuvenescedor para mim. No caminho de volta passaria no mesmo mercado para pegar o pão e algumas coisinhas que haviam faltado. Quando cheguei novamente no caixa foi que percebi que o destino estivera colocando seu dedo mágico em minha vida.
Ao pagar com o cartão, a senha não entrava e, depois de duas tentativas mal sucedidas, retirei o cartão da máquina e paguei em dinheiro. Qual não foi minha surpresa ao passar os olhos no cartão e verificar que não era o meu nome que estava impresso lá e sim Fernanda.
Juro que fiquei pasmo por um instante e, na velocidade de um raio, toda a cena veio a minha mente como um flash. A garota do caixa falava comigo e eu sequer prestava atenção. Aquele “Senhor,... senhor,...” ecoava e entrava baixinho em meus ouvidos.
— Senhor, fale com o fiscal. No outro dia uma moça reclamou que seu cartão havia sido trocado e deixou alguma orientação para o caso de aparecer alguém com o cartão dela. Deve ser este que está sem suas mãos.
Realmente. O fiscal tinha o telefone de Fernanda e um bilhete pedindo para que entrasse em contato tão logo constatasse o equívoco. Meu coração disparou naquela fração de segundo. Eu sabia quem era ela e que o destino conspirava a meu favor.
Marcamos para o sábado a tarde, num bar próximo a praia, onde trocaríamos nossos cartões, embora por precaução, eu já houvesse cancelado o meu via internet, coisa que Fernanda também deveria ter feito. Afinal, éramos dois estranhos.
Quando aquela ruiva chegou, eu juro que me faltou o ar. Ela vestia uma calça jeans, destas que se ajustam ao corpo e ressaltam cada pedacinho da delícia que era aquela mulher, uma blusinha simples, mas de muito bom gosto, não era transparente e nem recatada. Pouca maquilagem e, um sorriso desconcertado de quem havia cometido um pecado grave.
Ela sentou-se, apresentou-se e apressou-se em puxar meu cartão de sua bolsa e desculpar-se pelo mal entendido daquela noite. Eu apenas a observava até então. Mas estava na hora de dizer algo.
— Calma Fernanda. Foi um acidente. Acontece. Seu cartão está são e salvo. Não precisa se desculpar. Falei eu.
— É, mas eu sou meio desajeitada as vezes e tenho esta mania de fazer tudo ao mesmo tempo. As vezes dá nisso né Carlos. Respondeu-me ela com um certo rubor na pele.
— Veja pelo lado positivo. Estamos aqui e não estaríamos se o acaso não tivesse conspirado a nosso favor. Retruquei.
— Ei Carlos. Olha, eu agradeço, me desculpo, mas veja bem, tenho namorado e não estou prestando atenção no acaso. Não me cai bem. Perdoe-me.
— Me desculpe. Eu apenas não pude resistir aos teus encantos naquela noite e, apesar de todo aquele caos me fez bem te desejar Feliz Páscoa e, é claro, não pude deixar de notar que você e seu namorado não estavam se entendendo. Isso ficou óbvio.
— Você não entenderia. Melhor deixar assim. Ele me ama, mas é um sujeito muito ocupado e isto as vezes me deixa bolada. É só isso.
— Tudo bem Fernanda. Eu não quero te constranger. Gostaria apenas que você soubesse que é linda, é altamente desejável e que talvez,... Mas só talvez, devesse se dar mais chances. Quem sabe alguém um pouco menos ocupado possa te fazer companhia por algumas horas. E se valer a pena, isto pode vir a repetir-se.
— Você não deveria agir assim. Ando carente e estas propostas mexeriam com qualquer mulher. Mas não é certo! Emendou ela, já sem tanta convicção.
— O convite está feito. É sábado e se você está aqui é por que seu namorado ocupado não vai poder vê-la. Já eu, neste final de semana, tenho todo o tempo do mundo e ninguém para me acompanhar.
— Mas,...
— Tire-me da monotonia, ao menos nesta Páscoa. Se não quiser me ver depois disso, prometo sequer te ligar.
— Está bem. Você venceu Carlos. Finalmente concordou ela.
Anotou seu endereço num guardanapo da mesa do bar, rabiscou algumas coisas no verso e afirmou com um sorriso gostoso.
— Pegue-me daqui a duas horas. É só o tempo de tomar um banho e trocar de roupa.
 Fernanda despediu-se com um selinho. E o que parecia impossível naquela fila a dois dias atrás, aos poucos tornava-se a minha doce realidade e o melhor presente de Páscoa da minha vida.
(continua)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Falta de Pica

Garota que implica,
que espia e
se enerva:
É falta de pica.

Sozinha ela fica.
Todos casados
no meio da festa.
É falta de pica.

Ela coça e pinica,
Deve estar com alergia,
e sobra energia:
É falta de pica.

Não bebe na bica,
não beija na boca,
nem ganha leitinho:
Mas que falta de pica!

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Dia de Prazer


Livre, lépida e faceira
qual bilboquê de criança
foi que despencou certeira
sobre a pulsante lança.

E foi em devasso torpor
que arqueou-se lancinante
a provocar com vigor
outra lança luxuriante.

Em seu corpo, dois sabores
a preencher seus desejos,
fantasias, multicores,...

Entre carícias e beijos,
foi ao céu, sentiu tremores.
Sucumbiu-se em mil lampejos!

domingo, 21 de setembro de 2014

Recomeçando (Final)

Cláudio inebriado, assistia pasmo a destreza de Bia, despindo Alice e deixando um rastro de saliva por onde suas mãos passavam, seguidas de sua boca quente e faminta. Não demorou até que Alice, num gemido desvairado tivesse a xaninha abocanhada por bia. Foi neste momento que Alice puxou Cláudio e acomodou-o em sua boca, num ritual de entregas e prazeres no qual ele estava sendo iniciado. Sentindo que o o gozo se aproximava, ele colocou-se atrás de Bia, que gentilmente abrigou seu falo em suas entranhas quentes e meladas.
Cláudio não demorou a brindar Bia com seu leite quente e farto. Mas elas queriam mais. Queriam muito mais daquela noite a três. Alice, não se fazendo de rogada foi fazer a “faxina” em Bia e sorveu sem pressa alguma todo o leite que Cláudio havia inundado.
Quando ele, novamente ereto e faminto, colocou-se atrás de Alice, esta delicadamente guiou seu falo por sobre a xaninha, até posicioná-lo, já lambuzado, sobre seu cuzinho róseo e delicado. Custava crer que aquele buraquinho aparentemente tão frágil o abrigaria com gosto.
Ele saboreou cada centímetro daquela penetração ao ritmo do balançar das ancas de Alice e ela, gemia baixinho, por vezes, segurando-o para ir mais devagar e, noutras, puxando-o com gana para dentro de si. Bia desfalecia na boca de Alice, eram tantos orgasmos que ela perdera a noção de tempo e espaço e, naquele momento só o prazer imperava.
O dia foi amanhecendo e muitas posições e trocas depois, os três estavam exaustos. Dormiram numa conchinha que mais parecia um triângulo perfeito. Bia ainda encontrou forças para, atrás de Cláudio, afagar-lhe suavemente o saco e arriscar tocar sua zona proibida. Ele, quase morto de um cansaço bom, permitiu o carinho, mas temeu que ela pudesse ir além.
Ao acordarem, já passado das 15:00h, Cláudio as esperava com um belo café. Duas bandejas com sucos e frios. Em cada uma havia uma rosa vermelha, sinal de gratidão pela noite proporcionada. Ele olhava para aquelas duas maravilhas nuas sobre sua cama e queria que aquele momento jamais findasse.
Foi assim que Bia foi se aninhando em seu colo e, inevitavelmente encaixou-se nele novamente, arrancando-lhe mais um orgasmo, ao qual Alice apenas assistiu enquanto tocava-se serenamente, sem a fome da noite anterior.
Entre conversas, ambas confidenciaram que haviam chegado do interior, em busca de emprego e de uma tia de Alice, que lhes daria abrigo de início, mas a mesma havia se mudado e elas desorientadas, paravam em uma pensão, ao menos enquanto pudessem pagar.
Cláudio, generoso como todo homem que acabara de ser bem recompensado não exitou e convidou-as para virem para sua casa até que as coisas se ajeitassem. Afinal, ambas o conquistaram e seria uma forma de espantar a solidão.
Elas de pronto concordaram, com uma única condição: Ele seria de ambas e isso era inegociável.
E foi assim que os três partiram para a cozinha, afim de providenciar uma refeição descente, que antecipou uma comemoração especial pela parceria que acabavam de selar.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Recomeçando (Parte I)

Já era madrugada e aquela cena não saia de sua cabeça. Ele a amara e idolatrara por meses e, após receber uma desculpa esfarrapada, ela sumira naquela noite. Mil coisas habitavam sua mente, inclusive a possibilidade de traição.
Imaginá-la nos braços de outro, quebrando o acordo de prazer  aberto e recíproco outrora estipulado fazia-o engolir a seco e perder o sono.
Mas Cláudio sabia que a vida era assim e não seria a primeira nem a última vez que alguém trairia sua confiança e a liberdade que ele gratuitamente oferecera. Melhor era sacudir a poeira e tocar a vida. Ainda sem sono, pegou seu carro e resolveu rodar um pouco, para clarear a mente e respirar ar puro. Era mais ou menos 02:00h da madrugada.
Apesar de não beber bebidas alcoólicas parou em um bar. A música chamara sua atenção. Parou no balcão e pediu uma cerveja sem álcool, no que foi prontamente atendido. A música que rodava era “Pintura Íntima”, do Kid Abelha. Numa das mesas, duas meninas puxavam o seu olhar com uma força magnética e incontrolável. Uma das meninas sorriu e Cláudio juntou-se a elas quase que instintivamente.
Chamavam-se Alice e Bia. A primeira, uma morena de uma beleza simples, porém intensa. Sorriso cativante que formava duas covinhas lindas e sedutoras. Já Bia era ruiva, usava os cabelos pouco abaixo dos ombros, tinha um olhar vibrante e revelador. Era o  tipo de mulher que arrebataria qualquer ser vivo sem o mínimo esforço. Após conversarem, se apresentarem e dançarem a três, um clima extremamente sensual impregnou a atmosfera que os aproximara e, sem que nenhuma palavra fosse necessária os três saíram porta afora, com a certeza que o prazer era iminente e seus corpos se precisavam.
Os lábios de Alice procuravam os de Cláudio e Bia acariciava docemente a ambos, numa cumplicidade velada e saboreada em total silêncio. No caminho de casa, Bia afagou-lhe o sexo por sobre a calça, enquanto Alice, no banco de trás, ocupava suas mãos com os seios da amiga. Com a mão esticada e sob a fina blusinha preta, ela fazia movimentos que enlouqueciam Bia e a acendiam mais e mais.
O caminho para o quarto de Claudio, agora, abrigava um rastro de roupas e calçados largados, totalmente desnecessários naquele momento de entregas e procuras.

A pergunta é:
Com qual delas Claudio deve ficar?
( ) Alice
( ) Bia
( ) Ambas