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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Casada (Conto Erótico)

 

Ela era linda. Mas era uma beleza diferente por ser simples e natural. Não havia grandes produções


como maquilagem forte ou roupas extravagantes. Ela era linda por que nasceu linda. Deus havia sido generoso com aquela mulher.

Eu queria puxar assunto. Tinha que puxar assunto!

Sabia que em breve o ônibus viria, e ela desaparecia levando minhas chances de saber mais ou aproximar-me daquela mulher que me ofuscava os sentidos.

Eu, destreinado pela vida sedentária e acomodada, estava naquele momento com a língua travada e nada saia. Nem uma palavra sequer.

De súbito ela vira-se, dá um sorriso e nem pergunta e nem afirma. Ou seria ambos?

--- Você é casado né?


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domingo, 17 de novembro de 2019

Mulher, Mundana e Guria,...



A tarde caia fria
enquanto a nervosa dama
suava frio e tremia.
Era um sopro de desejo
o que a menina sentia.

(...)




sábado, 15 de junho de 2019

Numa Noite de Sábado (Conto Erótico)


Noite de sábado. Fredy havia terminado com sua namorada a poucos dias por motivos bobos e agora, todos os amigos estavam enturmados e ele sem nada para fazer nem com quem sair.
Na verdade ele já se arrependera de discutir com Paula. Tinha sido por ciúmes dela em relação a uma amiga que vivia dando em cima de Fredy. Por brincadeira ele dissera que adoraria ter ambas em sua cama e pronto. Isso bastou para que Paula ficasse furiosa, mandasse ele namorar a tal amiga e batesse a porta do carro dizendo em lágrimas para ele não a procurar mais.
Ainda magoado, mas sem a humildade necessária para procurá-la, Fredy resolveu ir para seu quarto assistir um filme “educativo” que havia locado. Deitou-se e deu o play no vídeo.
Antes que o filme terminasse a campainha tocou e adivinhem: Era Paula. Mas ela não estava só. Trazia consigo a tal amiga. Ambas vestidas para o crime e alegres. Paula beijou Fredy como se nada tivesse acontecido e Priscila deu três beijinhos, sendo que o ultimo tocara os lábios dele, com ode costume.


segunda-feira, 6 de maio de 2019

Ousar ou Não Ousar? Eis a Questão!

Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?


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"Eu, que nem sou Dono de mim,
te domino, te uso e submeto
aos caprichos meus.
E nesta troca incondicional
viajas comigo,
entrega-me a tua guia.
Pois que tua alma, 
a tua luxuria e teu prazer.
Agora cabem na palma
da minha mão",...

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Quando a Submissão e a Dor Significam Prazer,...

"Qualquer cozinha minimamente equipada dá todos os acessórios de BDSM que se precisa para desfrutar de dois corpos para o resto da vida."
Bernardo, dominador, 40 anos

BDSM, uma parafilia nos manuais de psiquiatria

O mundo BDSM saltou para a esfera mediática com o fenômeno do livro e agora filme “Cinquenta Sombras de Grey”, escrito por E.L. James. O protagonista Christian Grey é um dominador e um sádico. Anastasia é submissa e masoquista — entrega-se aos jogos de poder erótico.
Na história, o dominador foi abusado na infância e o trauma estará diretamente relacionado com o gostar de utilizar estímulos de dor com Anastasia.

Alexandra Oliveira diz que esta associação existia e estava nos manuais de psiquiatria e saúde mental mas,”no estado atual da investigação científica, não tem grande consistência científica”. No entanto, o BDSM ainda é considerado uma parafilia (perversão sexual, comportamentos desviantes) pela Sociedade Americana de Psiquiatria, uma das mais importantes em todo o mundo. Na última versão do DSM — Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (Manual estatístico e de diagnóstico das perturbações mentais), lançada em 2013, há uma divisão entre parafilias e desordens parafílicas.

Texto extraído do site "O Observador"



domingo, 3 de fevereiro de 2019

Quase Sem Querer (Conto)


Nani e Lú eram mais que amigas, na verdade eram primas e, apesar de já serem adolescentes e
crescidas, havia desde a infância uma fragrância mesclada de desejo e coisa proibida no ar, cada vez que se deparavam com a ausência de mais pessoas.
Certa feita, haveria uma balada e, ambas combinaram que iam juntas. Para tanto, Lú resolvera ir para a casa da prima para ambas arrumarem-se e saírem juntas. Isso, na verdade, acontecera dezenas de vezes antes, mas nunca com o desfecho que estava por vir.
Já no quarto para trocarem de roupas, após algumas caipirinhas saboreadas e sorvidas com soberba, Nani foi ao banho primeiro e cantarolava algo de Lady Gaga já sob o chuveiro. Lú entra sorrateira, só de calcinha e, do lado de fora do box,  acompanha o canto, entra no ritmo, ensaiando uma coreografia um tanto quanto sensual.


sábado, 10 de fevereiro de 2018

A Fera e a Bela (Conto Erótico)


Uma bela noite eu fui a uma festa acompanhada de duas amigas. E dancei, bebi e me diverti muito lá.   Certo momento, procurei minhas amigas, olhando em volta e não as encontrei. Na danceteria onde estávamos, fui olhando e percebi que em um dos cantos mais afastados, uma delas estava aos beijos com um rapaz. Me afastei para não atrapalhar. Cheguei a conclusão que a outra amiga, deveria estar na mesma situação. Eu bem poderia estar com alguém, mas tinha terminado um namoro e estava me dando um tempo livre. Eu sabia que estava sedutora com aquele vestido preto justo, pressionando meus seios e fazendo-os transbordar pelo decote ousado. A calcinha fio dental preta, única peça além do vestido, me fazia consciente de meu andar rebolando sempre que eu me movimentava. Recebi olhadas e toques, convites suficientes durante toda noite para saber que eu estava gostosa. Saí por um corredor e abri a porta de vidro que dava para um jardim, indo me sentar em um agradável banco, para esperar tranquilamente por minhas amigas.

Leia na íntegra clicando aqui.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Memórias de Uma Cadelinha X - (Uma Cláusula para Cumprir)

Depois que eu e meu Dono amado desfrutamos dos nossos momentos deliciosos, nos aprontamos e
fomos à festa. Conforme havíamos combinado, coloquei minha coleirinha com seu nome e uma joia íntima que ele havia me dado (um belo plug com uma pedra semi preciosa, com o detalhe de ser um pouco mais "grosso e comprido" que os normalmente comercializados). Segundo ele, um detalhe quase imperceptível. Havia a máscara, afinal deveria ser um baile a fantasia, mas as fantasias em pauta naquela noite talvez não fossem de vestir e sim de serem realizadas.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Memórias de Uma Cadelinha VIII - Uma Brat?

Hoje veio me uma lembrança de como eu acho que tudo começou. Faz muito tempo e de lá para cá
muitas coisas mudaram. Mas o que realmente está em nossa essência permanece.
Quando descemos aos porões do nosso íntimo e aceitamos nossa natureza passamos a ver o mundo de forma diferente e única. Ficamos próximos do melhor e do pior que podemos ser e, se conseguirmos canalizar nossas descobertas e acrescentar amor e reciprocidade, nada mais nos assustará nesta vida. Por que sejamos Dom's ou submissas, ainda assim seremos plenos e agiremos como tal ante a sociedade que nos rodeia.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Memórias de Uma Cadelinha IV (A Aposta)

Era madrugada de sábado e estávamos em um clube com casais amigos. Eu e algumas amigas, conversávamos em uma mesa enquanto os homens jogavam sinuca numa mesa que ficava do outro lado do nem tão grande salão.
Como era de costume estávamos todas de coleiras e/ou pulseiras que continham os símbolos dos respectivos Donos de cada uma de nós. Uma da meninas contava sobre sua última sessão, onde seu Dono a “emprestara”, sem contudo, sair do mesmo ambiente e nem perder o comando da situação. Apesar de subjugada, ela estava feliz por ter agradado seu mestre sem desobedecer nenhuma das ordens que ele lhe dera. Contou ainda que o homem que o Dono escolheu para emprestá-la era bem dotado e que isso dera-lhe algum trabalho para obedecer certas ordens de seu Senhor.

Leia na íntegra clicando aqui.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Memórias de Uma Cadelinha III (Eu, meu Dono e uma Amiga)

Era o primeiro ano que eu e minha cadelinha passávamos juntos o reveillon e claro, ainda nos
sentíamos em lua-de-mel, o que fazia da data um momento super especial entre nós. Recebemos vários convites para festas de fim de ano, mas ocorre que Zaira, colega de trabalho da minha menina lá no escritório, tinha sido uma amiga incansável nos meses em que ela se adaptava a nova cidade. E segundo minha menina ela ameaçara fazer um beicinho inconformado caso recusássemos o convite para passarmos a virada com ela, alguns amigos e seu rolinho em um pequeno, porém confortável veleiro que estava ancorado em uma marina na zona sul aqui da minha cidade.
Aceitamos, mas minha cadelinha fez questão de ir de coleirinha, afinal era o primeiro ano que passava com seu Dono.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Memórias de Uma Cadelinha II - O Encontro

Bem, para quem ainda não me conhece, eu sou uma jovem loba, conheci meu Dono e depois de alguns meses nos conhecendo ele me surpreendeu com um encontro no meio do dia, logo após o horário do almoço como você pode ler em Memórias de uma Cadelinha - O Ínicio. 
Eu tenho um pouco menos de 1,60m, olhos cor de mel, seios e bumbum que enfeitam o meu sorriso. Meu Dono diz que sou gostosa, mas eu me acho comum.

Pedi ao Dono para esperar-me as 18:00h no aeroporto. Era um encontro especial demais pois tivemos que adiá-lo algumas vezes em função da vida profissional corrida do meu Senhor. Muitos empecilhos surgiram ao longo do ano, mas finalmente estivaríamos juntos.
Por telefone ele deu uma risada safada e disse apenas:
--- Venha sem calcinha!
Eu sempre soube que ele não era nada convencional, mas sem calcinha era inusitado para mim. Mesmo assim ousei perguntar:
--- Só isso meu senhor? Nenhum desejo mais específico?

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Memórias de Uma Cadelinha (O Início)

Naquela tarde ela não foi trabalhar. Inventou uma desculpa esfarrapada e na hora do almoço pegou
sua bolsa, passou pelo toalete e desceu as escadas com o coração na mão.
Caminhou cerca de duas quadras, ora apressada, ora mais devagar. Suas mãos suavam frio e o coração em disparada anteviam o que estava para acontecer. 
Parou na esquina da Azenha com a Botafogo, tirou da bolsa um pequeno espelho e pôs-se a retocar o batom.
Na verdade não retocava nada. Não conseguia. Sua cabeça girava e o pensamento ia longe. Quase trêmula pegou o celular para ver se havia alguma nova mensagem, mas nada!

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

O Sapo e a Princesa

Era uma vez um sapo que habitava uma grande lagoa virtual e tudo corria bem, exceto
pelo fato de que o sonho deste sapo era ser o príncipe de alguém. O tempo foi passando, passando, passando,...
Mas eis que um dia surge uma princesa. Ela era linda e tinha todos os atributos que o sapo idealizava em sua princesa. Ela o instigava, tirava-o do chão e roubava-lhe o norte.
Mesmo virtualmente ela o beijou e fez-se a mágica. Ele virara príncipe. Escrevia com o coração sobre todas as coisas que desejava viver desde que era um mero girino. A princesa sorria pelos cotovelos, pois o agora príncipe dava-lhe a liberdade necessária para ser autêntica e expor tudo o que realmente desejava e esperava da vida. Era perfeito afinal.
E ambos viveram felizes para sempre!

Não!
Não viveram não. Infelizmente o ser humano é possessivo e quer para si tudo o que é livre. Não consegue conviver respeitando o espaço do outro. Faz-lhe mal qualquer demonstração de alegria, de vontade de brincar, de tudo enfim, se não estiver inserido no contexto e no comando do outro.
Triste, por não ser compreendido, o príncipe jogou fora seu chip, pegou sua caderneta de
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poemas e rumou de volta para sua lagoa. Ele percebera finalmente que lá, quase como um eremita, ele realmente fora feliz. Talvez nunca mais o fosse, pois desejara novos sabores, novas formas de amar e a princesa havia oferecido tudo isto à ele. Agora engoliria a seco tudo o que sonhou e passaria as noites coaxando para a lua de prata. Estava decidido e em seu coração anfíbio, nada nem ninguém poderia impedir-lhe de ser autentico, de desejar, de brincar e se expressar.
Voltara a ser sapo, voltara para beira da lagoa, mas voltara orgulhoso e mais sapo do que nunca.

A princesa tocou sua vida. Uns dizem que aprendeu a respeitar as individualidades, outros que era um mal incorrigível. Contudo, o que sabemos de fato, é que ela realmente o amou e talvez por isso, tenha respeitado sua decisão de partir.