sábado, 13 de janeiro de 2018

Memórias de uma Cadelinha VII (A Joia Anal)

Caminhando para mais um domingo à casa de meus parentes, sentindo o sol beijar a pele e uma brisa
furtiva querendo levantar a saia do meu vestido.
Vou tranquilamente pelas ruas, olhando tudo ao meu redor. Mais consciente do meu corpo nesse momento, recebo olhares que no dia a dia são comuns. Olhares de homens que percorrem meu corpo, me tornando ainda mais consciente de mim como fêmea. Alguns desses olhares são mais atrevidos, querem que eu também os perceba (desvio o olhar). Chegam a fazer movimentos de lamber os lábios, me olhando com lascívia. 

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Gentilmente cedido por La Femme

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Memórias de Uma Cadelinha VI (Contrato Verbal)

--- Tuas fantasias são sádicas! Disse ela baixando o olhar.
--- E isto te assusta? Falou ele em com sua voz calma e grave.
--- Pelo contrário. Isto me excita. (Sorriso tímido)
--- Mas sabe que posso vir a te machucar né?
--- Há coisas que não farei. Eu acho! Titubeou.
--- Vencerá seus limites. Sabe disso.
--- E se eu não conseguir?
--- Então, talvez não seja digna! Disse ele num tom um pouco mais grave que o de costume.
--- Ser digna do teu amor e de teus caprichos é tudo o que mais quero.


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sábado, 6 de janeiro de 2018

Memórias de Uma Cadelinha V (A Viagem)

Quando saí de férias no mês de Janeiro, tinha feito planos de ir encontrar meu Dono amado, na
cidade dele. Viajei o caminho todo ansiosa, louca de vontade de me jogar naqueles braços deliciosos e aconchegantes.
Então ao descer do avião, caminhei junto com os outros passageiros, arrastando minha pequena mala, em direção aquele que durante 2 anos tinha me tomado o coração e a alma. Tornando-me sua, completamente sua. Eu percorri os olhos por aquela multidão de pessoas que aguardavam as chegadas. De repente bem ali, no meio de todos, ele se destacava.
Senti como um imã atraindo-me para ele. Tudo mais parou no momento em que nossos olhos se encontraram. Eu o olhei e percorri meus olhos por toda sua figura elegante e tão amada durante todo esse tempo em que eu aguardara esse momento.

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Contribuição de La Femme

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Memórias de Uma Cadelinha IV (A Aposta)

Era madrugada de sábado e estávamos em um clube com casais amigos. Eu e algumas amigas, conversávamos em uma mesa enquanto os homens jogavam sinuca numa mesa que ficava do outro lado do nem tão grande salão.
Como era de costume estávamos todas de coleiras e/ou pulseiras que continham os símbolos dos respectivos Donos de cada uma de nós. Uma da meninas contava sobre sua última sessão, onde seu Dono a “emprestara”, sem contudo, sair do mesmo ambiente e nem perder o comando da situação. Apesar de subjugada, ela estava feliz por ter agradado seu mestre sem desobedecer nenhuma das ordens que ele lhe dera. Contou ainda que o homem que o Dono escolheu para emprestá-la era bem dotado e que isso dera-lhe algum trabalho para obedecer certas ordens de seu Senhor.

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