Mostrando postagens com marcador crítica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crítica. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

NÃO SEJAMOS PASSIVOS

Me ocorreu que somos parte atuante em vários movimentos culturais, políticos e comportamentais em todo o planeta. A blogosfera tem um poder que nós mesmos desconhecemos pelo simples fato de que cada um de nós é uma célula e como tal, via de regra não vislumbramos o todo.
Nosso planeta está se degradando dia após dia. Vejam as variações climáticas, a indiferença dos poderosos, a poluição desmedida e a falta de regras globais para uma amenização dos problemas que enfrentamos todos os dias em todos os pontos do planeta.
Não pretendo mudar o mundo, mas posso gritar, posso gritar muito. E convido cada um de vocês a também gritarem juntos.
Quem sabe alguém nos escuta né!

É este o planeta que queremos
deixar para nossos filhos?

Incorreto é cruzar os braços sem
ao menos gritarmos!


Uma bela semaninha à todos!

domingo, 20 de maio de 2012

Sobre as Diferenças,...


De descendência alemã fui ensinado desde pequeno por meus avós paternos a ter orgulho de minhas raízes e, criança que era, jamais contestei isso. Ocorre que nas décadas de 60 e 70, a Segunda Guerra ainda era um fato muito recente na memória de todos. Alie-se isso ao período da repressão política no Brasil e você terá um panorama do mundo político e cultural onde cresci.
Uma de minhas primeiras ficantes (eu tinha 16 anos) era uma garota ruiva, linda e quase dois anos mais velha do que eu. Isto era sinônimo de liberdades que até então eu não tivera. Era delicioso estar com ela e se não cito o nome dela é por que realmente não vem ao caso. Logo no primeiro mês em que ficávamos com uma certa constância ela me convida para ir ao cinema em seu clube para assistir um filme com ela.
Nunca havíamos falado sobre descendências ou coisas do gênero, mas eu sabia que ela era judia e isso não fazia a menor diferença para mim. Éramos jovens e tínhamos fome. Isso sim me importava.
Na noite marcada lá estava eu. Era o Centro Israelita de Porto Alegre. O filme? Adivinhem: Um documentário sobre Cenas verídicas concernentes ao Holocausto.
A medida que o filme ia passando e eu lendo atentamente todas as legendas, onde os alemães eram correta e peremptoriamente condenados por cada crime eu diminuía no assento. Tinha a impressão que todas as outras trezentas pessoas presentes sabiam que eu era o único descendente de alemão ali, naquele local, junto com eles e erroneamente, em meio à eles.
Eu passei a me interessar mais por tudo o que tinha a ver com o Holocausto e hoje, quase setenta anos depois desta chacina, ainda sinto vergonha do que meus ancestrais causaram à humanidade como um todo.
Mas você que me leu até aqui deve estar se perguntando o porque de eu estar contando esta história da minha vida mais de trinta anos depois. Estou certo? Bem, o fato de ter me sentido discriminado sem que ninguém soubesse absolutamente nada a meu respeito naquela sala de cinema, me fez ver ainda muito cedo e intuitivamente que todos somos “pessoas”. Não existe branco, preto, gay, judeu, esquerdista, comunista, muçulmano, pobre, rico, certo ou errado.
O que nós somos mesmo é pessoas, e é isso o que conta. Todo o resto são apenas rótulos que as pessoas impõe umas as outras ou auto impõe-se por conveniências sociais e/ou distorções culturais. Não devemos deixar que construam muros entre nós. Nossa obrigação, durante a vida toda, é derrubá-los sempre que surgirem.
Era isso. Boa matéria para se pensar num domingo de outono né!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O Lado B


Comer um cuzinho é algo ímpar. Não existe definição plausível para o ato em si. Tem dominação, tem submissão. Tem prazer e tesão. Mas acima de tudo tem consentimento. Tem desejo e tem técnica. Você não pode simplesmente forçar o ato em si. Ele tem que querer ser saboreado. Tem que desejar o pau lá dentro, bombando e gozando. Molhando tudo e deixando quentinho. Tem que queimar e fazer delirar as preguinhas, eriçar a pele que o cerca. Comer um cuzinho é algo que não se define, apenas se brinda após o deleite.
Você já tentou? Conseguiu? O que está esperando? Conquiste seu lugar ao sol.

sábado, 30 de abril de 2011

Liberdade de Expressão II



Cadê a minha liberdade que estava aqui?
Alguém plagiou?
Alguém se ofendeu?
O Google comeu?
E daí?

Cadê o meu blog que estava lá?
Alguém denunciou?
Outrem se espantou?
O Google acreditou?
Ora, vai te catá!

Cadê os direitos que conquistamos?
Alguém subtraiu?
Alguém mentiu?
E o Google caiu.
E agora? Prá onde vamos?

Cadê os vídeos que publicamos?
Se o blog sumiu?
Se alguém se ofendeu?
Então, nem livres somos.
Blogueiros. Nos unamos!

Exclusão de Blogs


É impossível não ter uma opinião a respeito. Afinal, todos nós, de uma forma ou de outra somos afetados quando nossos amigos queridos são feridos de forma tão irresponsável em sua liberdade de expressão. Este In_Correto crê que apesar de ainda não ter pesquisado, deve haver um lugar onde possamos alojar nossas idéias e imagens sem que estas corram o risco de serem simplesmente deletadas sem nenhuma consulta ou aviso prévio. 
Ademais, creio que a quantidade de acessos que blogs como os nossos proporcionam ao Mestre Google deve ser significativa. Logo, isolados não somos nada, mas se gritarmos unidos, com certeza seremos ouvidos. Sou a favor então, de um grande manifesto, escrito, assinado e enviado aos responsáveis pela google Brasil para que não sejamos mais cerceados em nossa liberdade de expressão, justo na internet, à qual se atribui todas as liberdades e manifestações. Se estivéssemos na China vá lá. Mas estamos num país livre e tal arbitrariedade deve ser motivo de repulsa. Sou solidário aos amigos que perderam seus blogs, mas mais do que isso, acho que deveríamos, unidos, dar um basta a este absolutismo, sob pena de uma migração em massa de blogueiros respeitados e sérios como nós.
Quem sabe possamos fazer mais do que simplesmente lamentar?


sábado, 16 de abril de 2011

Nossos Comentários


Uma única pergunta:

Por que as letrinhas de confirmação, se afinal todos adoramos sermos comentados e só aparecerão os comentários após aprovarmos ou não?
Gente. É chato e completamente desnecessário na minha opinião.
Revejam este conceito please!



domingo, 27 de fevereiro de 2011

Papo Sério

Geralmente eu não trago este tipo de problema para o blog. Mas como me chateou muito eu resolvi expor meu ponto de vista. Acontece que ao visitar o blog de um amigo (não vou citá-lo por dois motivos: 1º - Ele não precisa da minha divulgação; 2º - Não quero criar uma polêmica aqui), encontrei uma piada de mau gosto sobre gauchos e paradas gays.
Nesta nossa blogosfera convivemos com todas as cores, todas as raças, todas as preferências, todas as crenças sem nenhum problema de racismo ou discriminação. A Blogosfera é um espaço tão democrático que todos temos nosso espaço assegurado para livres manifestações de nossas opiniões, gostos, preferências e apreciações.
E é justamente por tudo isso que achei de muito mau gosto o post e, com certeza, ninguém jamais encontrará aqui nenhuma manifestação contra qualquer modo de vida ou preferência (seja em tom sério ou de brincadeira.), muito pelo contrário. Creio que devemos incentivar as pessoas à serem o que realmente são, com naturalidade e felicidade. 
Eu sou Hétero de nascência, mas jamais diria uma palavra que contivesse qualquer teor condenatório ou de menosprezo, independente da geografia das pessoas, o que conta é o que trazem em seus corações.
Achei lamentável deparar-me com este tipo de piada no blog de alguém que eu admirava.

Me desculpem o desabafo!