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sábado, 4 de janeiro de 2020
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
quarta-feira, 31 de julho de 2019
sexta-feira, 31 de maio de 2019
Carla & José (Um amor sem frescuras)
Carla minha esposa, está no auge de sua forma. Loira, cabelos curtos, 1,75cm de altura, olhos verdes
Sempre frequentávamos casas de Swing, baladas liberais e minha esposa sempre me dando alegrias, pois adorava transar com outros (as) sem nenhum constrangimento ou bloqueios. Era uma verdadeira puta. Minha puta. E eu, seu fiel corno.
Estamos no ano de 2012, nosso casamento, aparentemente, está muito bem.
Somos proprietários de uma empresa e tivemos que ir ao Rio de Janeiro participar de uma feira em nosso segmento.
Chegando em nosso estande, uma correria – montagem, panfletos, experimentar os aperitivos que serão servidos... Eis que aparece o Chef da empresa de comidas...
“Nossa, é o meu ex-namorado Gilberto”, exclama minha esposa.
Achei tudo aquilo bastante entranho, cumprimentei e continuei como se nada tivesse acontecido.
quarta-feira, 8 de maio de 2019
Boquete Inusitado
Na época eu trabalhava no turno
da noite em uma grande fábrica da
região. Éramos muitos e, pelo avançado da hora, o ônibus da empresa nos levava para casa. Era meu segundo mês na empresa e, tirando fora o salário que era baixo, eu não tinha queixas.
região. Éramos muitos e, pelo avançado da hora, o ônibus da empresa nos levava para casa. Era meu segundo mês na empresa e, tirando fora o salário que era baixo, eu não tinha queixas.
Já Mari, era menina linda. Pegava
o mesmo ônibus todas as noites e trabalhava em outro setor da fábrica. Eu a
olhava e desejava, mas não passava disso. A aliança no dedo me contava que era
noiva e isso diminuía minhas chances de ter aquela mulher estilo mignon e dona
de fantásticos lábios. Ah, como eu a imaginava,...
domingo, 3 de fevereiro de 2019
Quase Sem Querer (Conto)
Nani e Lú eram mais que amigas,
na verdade eram primas e, apesar de já serem adolescentes e
crescidas, havia
desde a infância uma fragrância mesclada de desejo e coisa proibida no ar, cada
vez que se deparavam com a ausência de mais pessoas.
Certa feita, haveria uma balada
e, ambas combinaram que iam juntas. Para tanto, Lú resolvera ir para a casa da
prima para ambas arrumarem-se e saírem juntas. Isso, na verdade, acontecera
dezenas de vezes antes, mas nunca com o desfecho que estava por vir.
Já no quarto para trocarem de
roupas, após algumas caipirinhas saboreadas e sorvidas com soberba, Nani foi ao
banho primeiro e cantarolava algo de Lady Gaga já sob o chuveiro. Lú entra
sorrateira, só de calcinha e, do lado de fora do box, acompanha o canto, entra no ritmo, ensaiando
uma coreografia um tanto quanto sensual.
sábado, 13 de janeiro de 2018
Memórias de uma Cadelinha VII (A Joia Anal)
furtiva querendo levantar a saia do meu vestido.
Vou tranquilamente pelas ruas, olhando tudo ao meu redor. Mais consciente do meu corpo nesse momento, recebo olhares que no dia a dia são comuns. Olhares de homens que percorrem meu corpo, me tornando ainda mais consciente de mim como fêmea. Alguns desses olhares são mais atrevidos, querem que eu também os perceba (desvio o olhar). Chegam a fazer movimentos de lamber os lábios, me olhando com lascívia.
Leia na íntegra clicando aqui.
Gentilmente cedido por La Femme
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Memórias de Uma Cadelinha IV (A Aposta)
Era madrugada de sábado e estávamos em um clube com casais amigos. Eu e algumas amigas, conversávamos em uma mesa enquanto os homens jogavam sinuca numa mesa que ficava do outro lado do nem tão grande salão.
Como era de costume estávamos todas de coleiras e/ou pulseiras que continham os símbolos dos respectivos Donos de cada uma de nós. Uma da meninas contava sobre sua última sessão, onde seu Dono a “emprestara”, sem contudo, sair do mesmo ambiente e nem perder o comando da situação. Apesar de subjugada, ela estava feliz por ter agradado seu mestre sem desobedecer nenhuma das ordens que ele lhe dera. Contou ainda que o homem que o Dono escolheu para emprestá-la era bem dotado e que isso dera-lhe algum trabalho para obedecer certas ordens de seu Senhor.
Leia na íntegra clicando aqui.
sábado, 30 de dezembro de 2017
Memórias de Uma Cadelinha III (Eu, meu Dono e uma Amiga)
Era o primeiro ano que eu e minha cadelinha passávamos juntos o reveillon e claro, ainda nos
sentíamos em lua-de-mel, o que fazia da data um momento super especial entre nós. Recebemos vários convites para festas de fim de ano, mas ocorre que Zaira, colega de trabalho da minha menina lá no escritório, tinha sido uma amiga incansável nos meses em que ela se adaptava a nova cidade. E segundo minha menina ela ameaçara fazer um beicinho inconformado caso recusássemos o convite para passarmos a virada com ela, alguns amigos e seu rolinho em um pequeno, porém confortável veleiro que estava ancorado em uma marina na zona sul aqui da minha cidade.
Aceitamos, mas minha cadelinha fez questão de ir de coleirinha, afinal era o primeiro ano que passava com seu Dono.
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Os Melhores do Ano
Nestes sete anos de blog tivemos textos, vídeos, fotos, HQ's, Fotonovelas que se destacaram pelo número de acessos. Agora, quando o 2017 começa a se despedir, achei legal fazer uma maratona e mostrar alguns dos campeões acesso dos últimos doze meses. Espero que gostem.
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
O Sapo e a Princesa
pelo fato de que o sonho deste sapo era ser o
príncipe de alguém. O tempo foi passando, passando, passando,...
Mas eis que um dia surge uma princesa. Ela era linda
e tinha todos os atributos que o sapo idealizava em sua princesa. Ela o
instigava, tirava-o do chão e roubava-lhe o norte.
Mesmo virtualmente ela o beijou e fez-se a mágica.
Ele virara príncipe. Escrevia com o coração sobre todas as coisas que desejava
viver desde que era um mero girino. A princesa sorria pelos cotovelos, pois o
agora príncipe dava-lhe a liberdade necessária para ser autêntica e expor tudo
o que realmente desejava e esperava da vida. Era perfeito afinal.
E ambos viveram felizes para sempre!
Não!
Não viveram não. Infelizmente o ser humano é
possessivo e quer para si tudo o que é livre. Não consegue conviver respeitando
o espaço do outro. Faz-lhe mal qualquer demonstração de alegria, de vontade de
brincar, de tudo enfim, se não estiver inserido no contexto e no comando do
outro.
Triste, por não ser compreendido, o príncipe jogou
fora seu chip, pegou sua caderneta de
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poemas e rumou de volta para sua lagoa.
Ele percebera finalmente que lá, quase como um eremita, ele realmente fora feliz.
Talvez nunca mais o fosse, pois desejara novos sabores, novas formas de amar e
a princesa havia oferecido tudo isto à ele. Agora engoliria a seco tudo o que
sonhou e passaria as noites coaxando para a lua de prata. Estava decidido e em
seu coração anfíbio, nada nem ninguém poderia impedir-lhe de ser autentico, de
desejar, de brincar e se expressar.
Voltara a ser sapo, voltara para beira da lagoa, mas
voltara orgulhoso e mais sapo do que nunca.
A princesa tocou sua vida. Uns dizem que aprendeu a
respeitar as individualidades, outros que era um mal incorrigível. Contudo, o
que sabemos de fato, é que ela realmente o amou e talvez por isso, tenha
respeitado sua decisão de partir.
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