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domingo, 18 de dezembro de 2016

Passeando com o Plug Novo - Relato Verídico

Caminhando para mais um domingo à casa de meus parentes,
sentindo o sol beijar a pele e uma brisa furtiva querendo levantar a saia do meu vestido.
Vou tranquilamente pelas ruas ,olhando tudo ao meu redor Mais consciente do meu corpo nesse momento, recebo olhares que no dia a dia são comuns. Olhares de homens que percorrem meu corpo, me tornando ainda mais consciente de mim como fêmea. Alguns desses olhares são mais atrevidos, querem que eu também os perceba. Chegam a fazer movimentos de lamber os lábios, me olhando com lascívia. Eu não dou importância, meus pensamentos estão longe, meu interesse exclusivamente nele. O que estará pensando nesse momento, o que estará fazendo... Será que ele imagina o quanto sua menina está entregue as sensações desse momento. Caminhando livremente entre desconhecidos e alguns poucos conhecidos, rebolando os quadris, cada passo sentindo o meu plug anal firmemente enterrado em meu cu. Aquecido pelo calor do meu corpo. Cada vez mais lubrificado por esse tesão que torna meu andar ligeiramente oscilante e provocante. Carros que passam lentamente ao meu lado, buzinas tocando, parecem saber que em meu íntimo, bem entre minhas coxas carrego comigo uma avalanche de sensações tão embriagantes. Sinto as bochechas da minha bunda esfregando sofregamente uma na outra, o subir e descer das passadas judiando do meu cuzinho, fazendo com que a fricção se torne uma doce tortura. Quisera nesse momento poder simplesmente ir pra um cantinho reservado, levantar a saia, expondo minha buceta molhada e meu cu preenchido com aquela jóia anal de brilhante azul, olhar para Meu Dono e dizer :

Sirva -se ...

Escrito, descrito e 
gentilmente cedido por: 
Toda Sua, Somente Sua

terça-feira, 24 de junho de 2014

Ive Brussel (Repost)

Se eu fosse relembrar Vera e descrevê-la detalhadamente levaria horas, então basta dizer que ela era uma
morena cor de cuia, curvas generosas e sorria pelos olhos brilhantes. Não havia quem não a desejasse, mesmo ela sendo casada.
Ah, Vera era motociclista, e isto na época me excitava de uma forma que eu nem sabia explicar. Uma mulher sobre uma moto, tirando o capacete e balançando a cabeça para soltar os cabelos era uma visão afrodisíaca, a qual eu não conseguia e nem tentava resistir.
Coube a mim trabalhar com Vera, formaríamos dupla num esquema promocional para o lançamento de um novo produto e isto incluía bares noturnos, bons restaurantes, casas de shows e muitas madrugadas. E caso queiram saber, eu não tinha a menor vocação para ser santo ou eunuco, pelo contrário, eu a desejava. Apenas estava decidido a não ser mais um a desejá-la. Ao invés disso, eu pre
Complicado?
Talvez. Mas impossível não.tendia despertar nela o desejo de estar em meus braços.
Um par de meses havia se passado e alguns prêmios de cotas alcançadas haviam sido amealhados, bem como os frutos em dinheiro haviam também sido colhidos e logo, o que era apenas trabalho, passou a incluir o item diversão nos locais que freqüentávamos.
Um sutil jogo de sedução acontecia como pano de fundo, mas era sempre como pisar em ovos, afinal vale relembrar que tratava-se de uma mulher casada.
Muitas madrugadas, ao chegar em casa eu sonhara com o calor do corpo daquela mulher, com os detalhes mais profanos e as verdades mais incautas. Ficava imaginando seu beijo, como agiriam suas mãos ante meu corpo nu e até como seria o seu gemer de prazer. Coisas que todo homem se põe a pensar quando realmente deseja uma mulher.
Ela, como uma morena da nata, adorava samba de raiz, gafieira e gêneros musicais cheios de brasilidade. Eu, antecipadamente, falava com músicos e garçons para que tudo parecesse um mero acaso quando chegávamos,... As músicas que ela gostava, uma mesa num canto com uma solitária rosa, dedicatórias vindas do palco sem endereço certo, mas que plantavam uma sementinha em seus pensares.
A vida ia correndo em seu curso natural, exceto por minhas sutis e quase casuais investidas, até que num final de tarde, num calçadão de uma cidade da grande Porto Alegre, quando caminhávamos do estacionamento à porta do primeiro cliente eu a ouço  cantarolar, quase sem querer, um trecho de Ive
Brussel, do Jorge Bem Jor e, foi mais ou menos assim:

“Não sei não
Assim você acaba
Me conquistando
Não sei não
Assim eu acabo
Me entregando...”

Era a vida me dando sinais e eu não iria desperdiçá-los. Depois desta tarde muitas coisas aconteceram, mas isto é assunto para uma próxima vez. Por enquanto eu deixo por conta da imaginação de quem ousar ler este In_Correto.