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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Feliz Natal e uma Boa Sacanagem (de preferência)

O assunto parece delicado, parece tabu e, para pessoas que se dizem mais conservadoras, a primeira vista, pode até chocar, mas estamos no terceiro milênio e como civilização deveríamos ter evoluído a tal ponto onde um ser humano respeitasse o outro por suas ideias e atitudes e jamais por suas preferências clubísticas, religiosas, políticas e sexuais. Infelizmente nem sempre é assim que a banda toca.
Se por um lado há casais que através da cumplicidade conquistada, cada vez mais buscam juntos novas sensações, prazeres, aventuras e boas histórias para ficarem na retina, por outro ainda há pessoas renitentes e nós respeitamos, mas somos (In)Corretos e esta palavrinha mágica tem o poder de abrigar todo o âmago do ser humano. Através dela podemos ousar sem críticas e fazer poesias sobre tanta ousadia. Expressar desejos e desejar de um tudo. 
É Natal. E por ser Natal este (In)Correto quer desejar a todos os amigos leitores que aquela fantasia que está guardada no fundo da gaveta do tempo seja libertada. Seja novamente sonhada e ousada. A vida é uma dádiva e cabe a cada um de nós viver além de simplesmente existir.
Eu tenho casais de amigos que tem orgulho das opções que fizeram e outros(as) que simplesmente ainda não conseguiram virar esta fase do game e realmente praticarem o que desejam.
Pois bem, eu desejo que o bom velhinho dê à cada um a sabedoria e a coragem que faltam para transformarem em presentes o grande barato que é viver e saborear cada momento.

Um Feliz Natal à todos! 

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Tinha Que Ser Justo Hoje,...


Setecentos mil acessos. Sabe quando eu achei que isso seria possível?
Nunca!
Mas por ser no último dia do ano, por estar desfrutando a companhia da minha doce menina Atena, foi que eu parei prá pensar no que isso significa de fato. Complicado explicar tanto o subjetivo como o inexplicável. Tarefa difícil mesmo, mas sou direto:
Na verdade são setecentos mil afagos, carinhos e apreço e eu me sinto honrado com cada visita de cada
amigo que por aqui passa. Honrado é uma palavra pequena, mas desconheço a do tamanho certo.
Nestes três anos de blog eu fiz muitas amizades, conheci muita gente, troquei idéias, conhecimentos, me alimentei na inspiração alheia e espero ter levado um pouco de erotismo, amizade e amor ao coração de cada um que por aqui passou. Eu cresci como ser humano, disto podem ter certeza. Me sinto acrescentado e melhorado com a companhia de cada um de vocês.
Eu gostaria de agradecer pessoalmente a cada um de vocês, mas alguns nem frequentam mais a blogosfera. Outros, infelizmente já nos deixaram. Mas muitos outros surgiram e é isto que faz a roda do mundo girar.
Hoje, com minha menina, que me encanta nos momentos alegres e complicados (e me enche de tesão), eu posso dizer em alto e bom tom como é bom estar aqui e desfrutar da amizade de cada um que conheci aqui, no Twitter ou no FB.
Vocês são show e 2014 será pequeno para nós. 
Nós somos a blogosfera e isso ninguém jamais tirará de nós!

Novamente obrigado!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Aranhas


A ARANHA

A aranha meticulosamente
tece sua teia;
Suas presas. Presas!
Seu instinto predador
impiedoso e avassalador
vai tecendo, tecendo e tecendo.
Que presas haverá de consumir
no café da manhã?

Obs.: As vezes as pessoas falam e/ou escrevem algo, mas no fundo querem dizer 
algo completamente diferente. 
São tão sutis que a maioria de quem as lê acha bárbaro e sequer 
sabem do que se trata.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Sobre o Fim do Mundo



Todos os dias o mundo acaba para milhares de pessoas que nos deixam. E pior, acaba em vida, para tantos outros por "N" motivos.


Mas como disse o Chico: "Apesar de você, amanhã há de ser outro dia".
E este pretenso poeta amador deseja à todos os amigos um Natal cheio de alegrias verdadeiras, um 2013 com sonhos, fantasias e metas realizadas, por que viver é buscar sempre. Não existe outra definição para o combustível que nos move para frente e para cima sempre.
Que este fim de mundo sea apenas um início e reflexões sobre o que realmente queremos desta efêmera, mas tão preciosa vida. 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

To be or not to be her friend?

Eu escrevi a seguinte frase no Twitter: "Não precisa me chamar de amor, mas também não me chama de amigo. Amigo de mulher bonita é cabeleireiro.", e já sei que não teve uma boa recepção ou conotação por parte de quem leu.
Agora imagine que você se diz um poeta amador e "(In)Correto", escreve poesias calientes, repletas de sonhos, desejos e braseiros vivos,... E as pessoas te chamam de "amigo", como se você fosse um "eunuco".
Saiba, é muito complicado. Algo está errado, muito errado e eu sempre tive comigo a necessidade de passar para as pessoas, através do que escrevo, exatamente o que estou pensando no momento em que o faço. Pode ser perfeccionismo, desvio de conduta ou uma espécie de "controle de excelência" que me imponho.
E vejam, não estou discutindo a qualidade dos textos. Sempre haverá quem goste e quem não goste deles. O que coloco em voga é que talvez eu não tenha conseguido mais passar a minha mensagem como o fazia antigamente. Eu tenho orgulho de ter feito aqui na blogosfera, amizades que me são caras, que respeito, admiro e que,... "Desejo". Sim, é isto mesmo, para nós homens a palavra "Amigo(a)" tem uma conotação diferente. Você pode ser amigo de uma mulher e mesmo assim desejá-la ardorosamente na cama.
Já a mulher tem aquela frase célebre: "Não quero estragar a nossa amizade". E ponto, acabou-se qualquer possibilidade de você mostrar à ela que, apesar de respeitar e ser solidário com os problemas dela, ela ainda é uma mulher e você ainda é e sempre será um homem.
Eu lamento se magoo alguém ao escrever este post, mas sempre fui sincero comigo e com quem me lê e não deixaria de sê-lo por quem quer que fosse. Nenhuma amizade ou desejo vale mais que a minha identidade própria.
Na blogosfera também cativei e sucumbi a um amor virtual e distante, que me aquece o peito, mas que não me limita e nem me rotula. Acho importante ressaltar que este sentimento permanece intacto e que não é a ele que me refiro.
Li vários outros artigos sobre amizade entre homens e mulheres. Pensei em postar algo pronto, mas conclui que por mais espinhoso que fosse, eu o faria com minhas próprias palavras.
Para resumir: Tendo em vista que não tenho conseguido passar minha mensagem com a nitidez que sempre o fiz, optei por um momento de reflexão, por uma auto análise, para tentar descobrir se estou sendo cafajeste  demais ou de menos por não aceitar a amizade, gratuitamente oferecida por pessoas que realmente gosto, mas que, enquanto amizade, servem de limítrofes para o tanto que este poeta amador tenta passar através de cada entrelinha, cada verso, e cada palavra sincera.

Até breve!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Crítica Construtiva

Hoje recebi um comentário me repreendendo por usar uma imagem de um outro blog. Eu a copiei sem maldade alguma, pois afinal sempre disponibilizei todas as imagens que colho na internet para todos os amigos com links expostos aqui mesmo neste blog. Contudo, respeito e, respeito tanto que deletei todo o post sem o menor problema.
Volto a exaltar que, se em algum momento alguém se sentir prejudicado, ofendido, plagiado ou copiado por este blogueiro, basta entrar em contato que repararei o equívoco no menor espaço de tempo possível. 
Se não cito o blog aqui, é por que fui lá e me desculpei diretamente com quem achou pouco simpático eu ter usado a imagem.
Novamente, me desculpem!

(In)Correto

domingo, 20 de maio de 2012

Sobre as Diferenças,...


De descendência alemã fui ensinado desde pequeno por meus avós paternos a ter orgulho de minhas raízes e, criança que era, jamais contestei isso. Ocorre que nas décadas de 60 e 70, a Segunda Guerra ainda era um fato muito recente na memória de todos. Alie-se isso ao período da repressão política no Brasil e você terá um panorama do mundo político e cultural onde cresci.
Uma de minhas primeiras ficantes (eu tinha 16 anos) era uma garota ruiva, linda e quase dois anos mais velha do que eu. Isto era sinônimo de liberdades que até então eu não tivera. Era delicioso estar com ela e se não cito o nome dela é por que realmente não vem ao caso. Logo no primeiro mês em que ficávamos com uma certa constância ela me convida para ir ao cinema em seu clube para assistir um filme com ela.
Nunca havíamos falado sobre descendências ou coisas do gênero, mas eu sabia que ela era judia e isso não fazia a menor diferença para mim. Éramos jovens e tínhamos fome. Isso sim me importava.
Na noite marcada lá estava eu. Era o Centro Israelita de Porto Alegre. O filme? Adivinhem: Um documentário sobre Cenas verídicas concernentes ao Holocausto.
A medida que o filme ia passando e eu lendo atentamente todas as legendas, onde os alemães eram correta e peremptoriamente condenados por cada crime eu diminuía no assento. Tinha a impressão que todas as outras trezentas pessoas presentes sabiam que eu era o único descendente de alemão ali, naquele local, junto com eles e erroneamente, em meio à eles.
Eu passei a me interessar mais por tudo o que tinha a ver com o Holocausto e hoje, quase setenta anos depois desta chacina, ainda sinto vergonha do que meus ancestrais causaram à humanidade como um todo.
Mas você que me leu até aqui deve estar se perguntando o porque de eu estar contando esta história da minha vida mais de trinta anos depois. Estou certo? Bem, o fato de ter me sentido discriminado sem que ninguém soubesse absolutamente nada a meu respeito naquela sala de cinema, me fez ver ainda muito cedo e intuitivamente que todos somos “pessoas”. Não existe branco, preto, gay, judeu, esquerdista, comunista, muçulmano, pobre, rico, certo ou errado.
O que nós somos mesmo é pessoas, e é isso o que conta. Todo o resto são apenas rótulos que as pessoas impõe umas as outras ou auto impõe-se por conveniências sociais e/ou distorções culturais. Não devemos deixar que construam muros entre nós. Nossa obrigação, durante a vida toda, é derrubá-los sempre que surgirem.
Era isso. Boa matéria para se pensar num domingo de outono né!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Duplo Sentido




Duplo sentido é uma figura de linguagem semelhante ao trocadilho, na qual uma frase ou expressão pode ser entendida de duas maneiras distintas, com a intenção de provocar humor ou ironia. Em geral, o primeiro sentido é literal e ingênuo, enquanto o segundo é sarcástico e requer do ouvinte/receptor algum conhecimento adicional.
O termo é conhecido como double sense em inglês ou double entendre em francês. Também existe a sigla "L7" para representar o duplo sentido, baseada no gesto que se faz com os dedos polegar e indicador abertos em ângulo reto, que ao se girar o punho pode ser visto como uma letra L maiúscula ou com um algarismo 7.
Como nos primórdios, o homem temia tudo o que não entendia, por uma questão muito mais de sobrevivência do que por qualquer outro motivo, nos tempos modernos temos o "duplo sentido", para nos pregar peças, nos fazer refletir, e acima de tudo, questionarmos as coisas ditas como certas e verdadeiras.
Nas entrelinhas residem uma infinidade de verdades em código, ditas à todos, mas que só uma minoria (a qual foi direcionada propositalmente) tem acesso ao real significado.
Este é nosso mundo. Um mundo de jogos que nem sempre queremos jogar. As vezes sequer somos convidados a participar. Então, fica um aviso, muito cuidado com a próxima frase, ela pode conter um mundo inteiro, o qual você não estava preparado ou predisposto para conhecer.
E que Deus nos proteja de nós mesmos!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

"Navegar é Preciso; Viver não é Preciso."


Navegar é Preciso

Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
"Navegar é preciso; viver não é preciso".
(...)
(Fernando Pessoa)

Sim, viver não é preciso. Sempre haverá muita inconstância, muito "novo" para ser desvendado, algumas surpresas desejáveis ou não e, acima de tudo, muita vontade de vislumbrar outros horizontes. Durante seis meses navegamos juntos em mares calmos, desertos flamejantes  e tempestades interiores e exteriores. Mexemos com sentimentos, com desejos, com segredos, com sensualidade e com a sexualidade das pessoas. E o pior, foi tudo de propósito. Confessamos!
Muitas pessoas legais e bem resolvidas navegaram conosco, nos inspiraram, nos comentaram, nos fizeram sonhar e sermos sonhados(as). Eu ainda sinto o vento no rosto e o aroma de prazer que emanava da cabine do Capetão, lembro da Lady presa ao mastro, lá no grupo do Face, lembro de quando promovi o DD a Oficial e de cada motim (devia tê-los feito caminharem na prancha). Lembro da minha querida Imediata Linda Fenix e de quando a Dorei se somou a nós. Houve o Rapaz, que veio de além mar para nos fazer companhia e todos os outros: Mansinho e Loirinha,  Sr. Espantalho, Srª. Lúcifer, Veronika e Claudio, JK, a Deh (minha Feiticeirinha), a doce Senhora dos Miados, a Ruivinha, a Nanda e a Borboletinha. Se  esqueci de alguém me perdoem, este velho Lobo dos Mares Virtuais as vezes é relapso.
Bom, não quero me estender, mas preciso dizer que o DB foi como um filho que todos fomos pais e mães. Ele, rebelde, não nos obedece mais, serviu seu propósito e agora vai ao mundo. À nós, cabe o agradecimento pelas amizades feitas, pelo convívio, pelas brincadeiras e pelo cheiro de água salgada que ficará entranhado em nossas almas pecaminosas,...rsrs
Não vamos “fechar” o Diário de Bordo. Ele vai ficar aqui ancorado, a disposição de todos que possuem as senhas, para que quando sentirem-se com uma vontade incontrolável de navegar a deriva, venham até aqui postar e matar a saudade de tudo o que fizemos juntos nestes poucos meses.
Talvez ninguém venha. Talvez todos retornem. Sem que tragam nas bagagens os motivos que hoje nos impedem de navegarmos juntos. Todos temos nossos problemas e, como viver é impreciso, é justo que respeitemos nossas individualidades.
À todos, o meu agradecimento e a certeza de que foi um prazer ter navegado com uma tripulação tão bacana como vocês.

Um abraço do Capetão!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Eu Queria Falar de Amor



Eu juro que eu queria falar de amor.
Exaltar o tesão entre dois corpos,
os sabores, os odores,...
Mas esta internet as vezes
deixa triste este poeta amador.
Que ainda tem resquícios do guri
que sonhava um mundo com pessoas melhores.