Mostrando postagens com marcador mini conto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mini conto. Mostrar todas as postagens
sábado, 15 de dezembro de 2018
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
terça-feira, 14 de novembro de 2017
Para o Tronco (Conto Erótico / Repost)
A Brincadeira começou após uma discussão, onde entre uma e outra frase eu disse à ela:
--- Olha, você merecia,.. merecia,... Nem sei. Mas merecia ser castigada.
--- Merecia o que? Fiquei curiosa. Retrucou ela, com seu sorriso malicioso que me fazia passar da ira ao tesão em fração de segundos.
--- Ir para o tronco e levar umas boas palmadas. É isso! Safada! Ainda tentei esbravejar, mas nem eu mesmo acreditava que ainda estava bravo.
--- Sua safada. Só sua! Disse ela enquanto alisava o volume que se formava sob o meu zípper.
domingo, 18 de dezembro de 2016
Passeando com o Plug Novo - Relato Verídico
Caminhando para mais um domingo à casa de meus parentes,
sentindo o sol beijar a pele e uma brisa furtiva querendo levantar a saia do meu vestido.
Vou tranquilamente pelas ruas ,olhando tudo ao meu redor Mais consciente do meu corpo nesse momento, recebo olhares que no dia a dia são comuns. Olhares de homens que percorrem meu corpo, me tornando ainda mais consciente de mim como fêmea. Alguns desses olhares são mais atrevidos, querem que eu também os perceba. Chegam a fazer movimentos de lamber os lábios, me olhando com lascívia. Eu não dou importância, meus pensamentos estão longe, meu interesse exclusivamente nele. O que estará pensando nesse momento, o que estará fazendo... Será que ele imagina o quanto sua menina está entregue as sensações desse momento. Caminhando livremente entre desconhecidos e alguns poucos conhecidos, rebolando os quadris, cada passo sentindo o meu plug anal firmemente enterrado em meu cu. Aquecido pelo calor do meu corpo. Cada vez mais lubrificado por esse tesão que torna meu andar ligeiramente oscilante e provocante. Carros que passam lentamente ao meu lado, buzinas tocando, parecem saber que em meu íntimo, bem entre minhas coxas carrego comigo uma avalanche de sensações tão embriagantes. Sinto as bochechas da minha bunda esfregando sofregamente uma na outra, o subir e descer das passadas judiando do meu cuzinho, fazendo com que a fricção se torne uma doce tortura. Quisera nesse momento poder simplesmente ir pra um cantinho reservado, levantar a saia, expondo minha buceta molhada e meu cu preenchido com aquela jóia anal de brilhante azul, olhar para Meu Dono e dizer :
Sirva -se ...
Escrito, descrito e
gentilmente cedido por:
Toda Sua, Somente Sua
domingo, 22 de fevereiro de 2015
As Novas Memórias de Uma Cadelinha - Humilhação
Depois do último encontro, quando ousei não cumprir uma ordem de meu Dono, percebi que ele havia mudado. Havia uma certa mágoa em seu olhar e ele tornara-se mais seco comigo.
Eu Não conseguia conviver com aquela forma de proceder do único homem para o qual entreguei minha alma e foi então que decidi falar-lhe e externar meu arrependimento.
--- Meu Senhor. Posso falar-lhe?
--- Pode. Mas seja breve pois tenho outros compromissos ainda hoje. Respondeu ele fitando-me com um olhar pálido.
--- Eu quero me redimir. Faço qualquer coisa que me ordenar. Falei baixinho olhando para o chão.
De joelhos, ante ele, via minha tristeza refletida no brilho dos seus sapatos. E assim permaneci.
--- Você está me pedindo para castigá-la? Inquiriu-me ele, passando um dos dedos por entre minha coleira, torcendo levemente enquanto erguia a mão. Me fazendo sentir sutilmente sufocada.
--- Sim meu Senhor. Faço qualquer coisa para me redimir e não tê-lo seco e frio como tem estado.
--- Sabe que vou humilhar você. Sabe que meu orgulho está ferido e chibatadas nunca consertaram tua servidão?
--- Sei meu Senhor. Estou ciente. E como disse, peça-me o que quiser e o atenderei. Emendei com um nó na garganta.
--- Espere-me na sexta. Fim de tarde em nossa suite de sempre. Esteja vendada e de joelhos no meio do quarto. --- Imóvel. Emendou ele.
Depois disso deu meia volta e foi-se, sem um unico afago que fosse.
Eu não fazia ideia do que viria. Mas fosse o que fosse e se isto cosnsertasse a minha desobediência, eu o faria sem exitar.
Incomodou-me o fato dele citar "humilhação", mas aquele homem sabia que ser humilhada me excitava. Ele conhecia meus segredos como ninguém!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Naquela Tarde
Naquela tarde ela vestiu sua melhor lingerie sob um belo vestidinho e foi à rua flutuando sobre as velhas fantasias empoeiradas.
Era quinta-feira, mas tinha um cheiro de sábado no ar que até parecia seu perfume de outrora.
Vestiu também seu melhor sorriso e um olhar que brilhava feito pedras preciosas.
Olhou demoradamente as vitrines, flertou com manequins como se imaginários pretendentes fossem. Imaginou galanteios desejosos. Sentiu-se viva e foi-se a passos lentos.
Impossível não lembrar daquele amor do passado, que tantas alegrias e sensações havia trazido à sua vida. Tantos momentos de prazer indizíveis, devaneios avassaladores,...
Mas agora era passado e como tal, lá que deveria ficar.
Olhava o futuro e sabia que era questão de tempo até que seu coração desobediente a impulsionasse a novos voos e rasantes.
Seu corpo já estava preparado, sua mente esperançosa. Faltava apenas que o destino fizesse sua parte e ela acreditava piamente que ele o faria.
Havia um novo ano chegando e esta mulher com espirito de menina estava pronta para o que a vida lhe oferecesse.
Faria valer cada segundo desta sua nova fase. Seus desejos gritavam e as fantasias guardadas queriam virar momentos, fatos e sabores.
E assim seria! Que venha 2015.
Assinar:
Postagens (Atom)




