Na época eu trabalhava no turno
da noite em uma grande fábrica da região. Éramos muitos e, pelo avançado da
hora, o ônibus da empresa nos levava para casa. Era meu segundo mês na empresa
e, tirando fora o salário que era baixo, eu não tinha queixas.
Já Mari, era menina linda. Pegava
o mesmo ônibus todas as noites e trabalhava em outro setor da fábrica. Eu a
olhava e desejava, mas não passava disso. A aliança no dedo me contava que era
noiva e isso diminuía minhas chances de ter aquela mulher estilo mignon e dona
de fantásticos lábios. Ah, como eu a imaginava,...
Numa noite, ao sair do vestiário
masculino eu a vi entrando no feminino, mas ela estava com os olhos inchados,
parecia ter chorado. Cheguei a abrir a boca para dar um “oi”, mas foi tão
rápido que eu acho que ela nem percebeu.
Já dentro do ônibus, e como de
costume, no último banco a direita. Acomodado depois de uma noite de trabalho
árduo eu confesso que acabei cochilando. Acordei com uma mão macia forçando
minha boca. Abri os olhos assustado e, adivinha: Era Mari.
Ela colocou o dedo indicador
sobre seus lábios me mandando ficar em silêncio. Mesmo no escuro ainda pude
reparar os olhos brilhantes e inchados naquele belo rosto. – Obedeci. – Sem
tirar a mão da minha boca, com a outra ela foi abrindo meu zipper lentamente,
para que não houvesse barulho. Instantaneamente meu pau endureceu e ao saltar
para fora já latejava. Mesmo antes de saber o que aconteceria.
Uma lágrima silenciosa agora
brilhava no rosto de Mari. Mas ela me olhava fixamente enquanto começava uma
punheta macia, lenta e quase carinhosa. Sentir aquela mão em meu sexo era um
presente dos deuses e eu sequer podia retribuir.
Ela foi descendo em direção ao
meu pau. Primeiro seus lábios roçaram
sobre ele, depois, pela boca semi aberta, a língua brincava com a cabeça dele
e, quase sem perceber ela o fazia desaparecer naquela boca quente e ávida. Eu
queria gritar! Mas não podia, ela não tirara a mão da minha boca.
Me chupou como a devassa que eu
jamais imaginara que fosse.
Literalmente o engoliu e, em movimentos circulares
eu sentia sua língua, garganta, saliva, lábios,... TUDO! Quando eu, já sem
forças para me segurar por mais tempo, retesei o corpo anunciando o gozo, ela o
engoliu mais fundo e apressou os movimentos.
Jorrei com fartura naquela garganta
sedenta pelo meu leite e Mari sorveu até a última gota sem deixar sequer
vestígios que eu acabara de gozar fartamente. Limpou sua boca na minha camisa,
depois colocou a mão por dentro de sua saia, molhou o dedo em seu próprio mel e
passou em meus lábios. Ao tirar o dedo que eu queria lamber despudoradamente
deu-me um beijo de língua. Como os sabores de ambos misturados.
Antes que chegasse sua vez de
descer, cochichou em meu ouvido:
-- Meu noivo me trocou por uma vadia e ainda
teve a coragem de dizer na minha cara que eu não sei transar. Preciso da
opinião de um homem. Você gostou do meu boquete? Eu faço direito?
Eu ainda estava perplexo. A
menina mais gostosa da empresa havia
me presenteado com o melhor boquete da
minha vida e ainda queria minha opinião.
-- Você chupa como uma deusa.
Quero provar mais de você.
-- Quem sabe. Respondeu ela.
Agora com um sorriso no lugar daquele rosto triste e choroso.
-- Mas eu quero e muito.
Retruquei.
-- Me liga no sábado. Se eu
estiver me sentindo melhor,... E pegou uma caneta da bolsa, anotou seu telefone
em minha mão. Deu um selinho e desceu sem olhar para trás.
Vocês querem saber se eu vou
ligar ou não Né? O que vai e o que não vai rolar?
Bom, amanhã é sábado. Quem sabe
semana que vem eu resolva narrar o que esta mulher traída e decepcionada é
capaz de fazer para reconquistar sua auto estima.
ME AGUARDEM!


Uauuuuuuuuuuuu Que conto tesudo. E querendo saber mais... muito mais sobre essa forma deliciosa de voltar a ser feliz e sorrir rsrsrsr Adooooorei (In) Conta mais vai... rsrsrsr
ResponderExcluirEssa gif do transporte foi sacanagem de gostosa viu kkkkk Adooooooorei
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