domingo, 12 de dezembro de 2010
Libidinosa
A minha poesia é libidinosa.
Sofre de volúpia crônica.
Há um frenesi nas entrelinhas
que me contamina o ser.
Cada frase tem cheiro de sexo,
gosto de mel,
um tanto de imaginação
e outro tanto de uma criatividade
teimosa, que urge e grita
por mais e mais cenas
de um puro torpor.
em êxtase eu escrevo e,
procuro em cada face
a cumplice que idealizo.
Despida de tabús,
cheia de desejos,
sem rótulos e,
coberta de fantasias
que, mescladas as minhas,
haverão de ser, uma a uma
transformadas na mais prazerosa
realidade.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Acabei comentando em outro "recanto",rsrsrsrrs... Linda poesia meu querido...
ResponderExcluirQue delícia poder transformar a realidade com nossos sonhos não é mesmo?!
ResponderExcluirUm beijo carinhoso de boa noite.
Tenha sonhos cheios de libido.
procuro em cada face
ResponderExcluira cumplice que idealizo.
Lindo demais e totalmente inspirador... hummmmm...
ResponderExcluirQuando lançares teu livro de poesias, quero estar na fila dos autógrafos,
tá?
Beijo carinhoso,
;P