domingo, 12 de dezembro de 2010

Libidinosa



A minha poesia é libidinosa.
Sofre de volúpia crônica.
Há um frenesi nas entrelinhas
que me contamina o ser.
Cada frase tem cheiro de sexo,
gosto de mel,
um tanto de imaginação
e outro tanto de uma criatividade
teimosa, que urge e grita
por mais e mais cenas
de um puro torpor.
em êxtase eu escrevo e,
procuro em cada face
a cumplice que idealizo.
Despida de tabús,
cheia de desejos,
sem rótulos e,
coberta de fantasias
que, mescladas as minhas,
haverão de ser, uma a uma
transformadas na mais prazerosa
realidade.

4 comentários:

  1. Acabei comentando em outro "recanto",rsrsrsrrs... Linda poesia meu querido...

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  2. Que delícia poder transformar a realidade com nossos sonhos não é mesmo?!
    Um beijo carinhoso de boa noite.
    Tenha sonhos cheios de libido.

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  3. procuro em cada face
    a cumplice que idealizo.

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  4. Lindo demais e totalmente inspirador... hummmmm...

    Quando lançares teu livro de poesias, quero estar na fila dos autógrafos,

    tá?

    Beijo carinhoso,

    ;P

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