É em tuas carnes, agora,
que o meu prazer aflora.
Entre teus seios,
insensatos, os meus devaneios.
Quero que sejas astuta
quando eu sorver tua gruta.
E me deixes errar qual boêmio,
ao me ofertares teu prêmio.
Quero te ver em deleite
ao saboreares meu leite.
E eu juro que vou ao céu,
deliciando-me no teu mel.

eu gosto muito de ver seu blog acho nota Dez.bitokas
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