segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Astuta

É em tuas carnes, agora,
que o meu prazer aflora.
Entre teus seios,
insensatos, os meus devaneios.
Quero que sejas astuta
quando eu sorver tua gruta.
E me deixes errar qual boêmio,
ao me ofertares teu prêmio.
Quero te ver em deleite
ao saboreares meu leite.
E eu juro que vou ao céu,
deliciando-me no teu mel.

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