sábado, 13 de novembro de 2010

Sonetinho Banal


Do teu corpo eu extraio
diversos tons flamejantes;
Em metáforas me esvaio.
Conjugo verbos bastantes,...

Fartar, beijar e abusar;
Beber, sorver e lamber;
Sentir, dormir, repetir;
Sabor, calor e torpor,...

E é nos versinhos banais
que eu te defino: Mulher.
Perdido em delírios carnais;

Eu te quero, tu me quer.
Tão diferentes e iguais!
Ah, mulher-menina-mulher!

2 comentários:

  1. Tão banal o sonetinho que me deixou cansada com sua cadência... Me perdi nas doses dessa droga maravilhosa que degusto aqui...

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  2. Que bom seria, toda banalidade dosse assim, tão envolvente...

    Um beijo de brisa para um amante da vida...

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