
Do teu corpo eu extraio
diversos tons flamejantes;
Em metáforas me esvaio.
Conjugo verbos bastantes,...
Fartar, beijar e abusar;
Beber, sorver e lamber;
Sentir, dormir, repetir;
Sabor, calor e torpor,...
E é nos versinhos banais
que eu te defino: Mulher.
Perdido em delírios carnais;
Eu te quero, tu me quer.
Tão diferentes e iguais!
Ah, mulher-menina-mulher!
Tão banal o sonetinho que me deixou cansada com sua cadência... Me perdi nas doses dessa droga maravilhosa que degusto aqui...
ResponderExcluirQue bom seria, toda banalidade dosse assim, tão envolvente...
ResponderExcluirUm beijo de brisa para um amante da vida...