Boquete Inusitado - A Cereja do Bolo


Os dias foram se passando e Aninha me presenteando com bilhetinhos sensualíssimos e boquetes cada noite com mais requintes e malvadezazinhas que ela adorava testar em mim. “Sim, nossa intimidade crescia e eu já a chamava assim. Ela agora era a minha Aninha, independente de noivo, namorado, pai ou cachorro da família”.
Foi na noite de quinta que ela perguntou se eu teria coragem de levá-
la para meu quarto. Me pegou de surpresa. Eu não esperava tal pedido assim, a queima roupa. Minha família toda já dormindo e tal,... E ela? O que ela diria em casa? Afinal, passaria a noite fora.
-- Bobo você Fredy. Eu disse à minha mãe que talvez fosse dormir na casa da Camila. Então? Vai correr é? Disse ela com ar de deboche.
Ela simplesmente desceu na minha parada e fomos abraçados como dois pombinhos em direção ao ninho de amor.
Depois de comermos algo, tomarmos juntos uma bela ducha e todos os beijos e mãos do mundo eu a peguei no colo e levei-a até a minha cama de
solteiro. Comecei roçando-lhe os seios lindos com a ponta dos lábios. Num quase sem querer tocar. Ela estava completamente arrepiada e foi neste ritmo que eu fui descendo lentamente. Ouvindo suspiros e sentindo suas mãos em meus cabelos. Quando cheguei naquela grutinha quente e úmida, Suas mãos empurravam-me para dentro de tal forma que pareciam querer fundir a minha boca e a xaninha dela. O mel eu espalhava naquele pequenino espaço entre a bucetinha e o cuzinho, de forma que eu provava seus sabores mais e mais. Quando minha língua tocava seu grelinho, ela contorcia-se sobre a cama e foi assim que sorvi seu primeiro orgasmo daquela noite.
Enquanto ela provava mais e mais orgasmos, meus dedos insinuavam-
se naquilo que eu viria a chamar de “A cereja do bolo”. Eu a sentia piscando e eriçando-o a cada toque mais ousado e, lentamente meus dedos foram escorregando para dentro de seu cuzinho, sem jamais parar de sorvê-la com gana. Num dado momento Aninha retesou-se sobre a cama e pediu que eu estocasse meus dedos com mais força, que estava adorando aquilo. Era tudo o que eu queria ouvir naquela noite. Após algumas estocadas e senti-lo devidamente instigado, o foco de meus beijos mudou. Entre lambidinhas, mordidinhas  e roçadas de queixo, eu a fui virando até deixá-la de quatro sobre a cama. Totalmente aberta aos meus carinhos e minhas investidas.
Agora meu cacete deslizava por toda aquela região de prazer, banhado no mel da minha delicinha. Eu visitava seu grelinho, seu cuzinho e não forçava
absolutamente nada, apenas insinuava. Aninha enlouquecia a passos largos. Quando eu já estava no limite de minhas possibilidades resolvi estocar forte na bucetinha dela. Olhar aquela cerejinha piscando para mim já era uma conquista ímpar. Coloquei a cabecinha na entradinha da Xaninha de Aninha e preparei-me para a primeira estocada. A mão dela agarrou-me com força e desviou-me daquela entradinha.
-- Come o meu cuzinho tarado. Me faz ser uma mulher completa tesão! Proclamou Aninha.
Eu atendi e não atendi ao mesmo tempo. Deixei a ponta do meu cacete encostadinha naquele botãozinho róseo e lindo que eu desejava tanto. Sentia-o piscando e latejando. Quente. Guloso e pedinte!
Aninha estava agoniada, mas sabia que agora o controle era dela. Era assim que eu queria que fosse.
Respirou fundo, tomou coragem e num movimento de quadris forçou
as ancas para trás. O primeiro centímetro havia sido conquistado. Era certo que seu esfíncter sofreria contrações. Era o momento da paciência e isto eu tinha de sobra. Vi nas feições dela que doera um pouco, mas ela não tentou sair. Menina corajosa. Mais ou menos trinta segundos depois ela própria sentia-se mais relaxada e com coragem para novas investidas. Arriscou mais um centímetro, e mais outro. Lentamente aquele cuzinho até então completamente virgem foi agasalhando meu pênis e eu pude ver o sorriso dela quando sentiu meu saco batendo na xaninha dela. Ela havia me devorado. Era mulher completa e completava-me.
-- Mexe prá mim Fredy. Me come vai. Disse ela com a voz rouca.
Não precisava pedir duas vezes. Eu fui acelerando os movimentos
gradativamente. Sentia que ela estava a vontade e isso para mim era o grande prêmio. Não demorou para gozarmos ambos. Quando sentiu meu leite quente dentro dela, Aninha começou a mexer de tal forma que eu enlouqueci. Chamei ela de minha cadelinha, putinha do Fredy e muitos outros adjetivos incendiados de tesão.
Desabei por sobre seu corpo e ficamos assim até que meu pau foi lentamente escorregando para fora daquela menina fantástica. Ficamos assim por alguns minutos. Ambos suados e saciados. Depois Aninha saiu debaixo de mim e me agarrou com as duas mãos. Acariciava-me passando apenas um dedinho sobre a cabecinha dele. Sorria com os olhos e com a boca. Eu estava no céu, estava com Aninha. Mas tinha que perguntar:
-- Doeu Aninha?
-- Um pouquinho no início. Mas o prazer foi muito maior que a dor.
Ela me beijou e cochichou no meu ouvido:
-- Agora vai ter que dar leitinho em dobro para a tua cadelinha, vou querer sempre. E sorriu me beijando com gana.
Quando acordamos toda a minha família já estava de pé e minha mãe,
como de costume entra em meu quarto chamando para o café. Tomou um susto mas se recompôs e apenas meneou a cabeça num ar de concordância. Ficamos na cama até os demais saírem para o trabalho e, é claro, aproveitamos este meio tempo para mais uma metidinha muito gostosa. Aquela menina não tinha limites e era mais minha a cada dia que se passava.


Um comentário:

  1. Uhuuuuuuuuuuuuuu eita delícia. Adooooooooooorei esse conto gostoso que me deixou incendiada de vontade rsrsrs E as gifs vão fazendo o trabalho de nos mostrar como é lindo se entregar ao tesão e poder desfrutar de momentos assim. beijo gostoso (In)

    ResponderExcluir