Voyeur da Minha Namorada


Bom, o que passo a lhes contar, admito que levei um tempo à entender que era isso que eu queria e outro tempo para externar a minha namorada. Pois vocês haverão de convir que não é algo que se fala no café da manhã.
O meu trabalho de convencê-la do que queria não foi difícil, pois como eu suspeitava, também fazia parte das fantasias dela e no fim das contas, ambos sairíamos ganhando.
Primeiro deixa eu dizer que sempre achei a palavra “corno” ofensiva e pejorativa. O termo “liberdade a dois” me define melhor e vem de encontro a fantasia que eu nutria, mesmo quando ainda não admitia.
De qualquer forma eu achei que devia criar um clima favorável, uma espécie de necessidade nela, de forma a que não houvesse recusa. Então comecei presenteando-a com algo que no começo ela teve medo. Era um brinquedo, um pênis de borracha, com escroto e vibrador, mas não era um brinquedo comum. Ele media uns 30 cms e de grossura, dava aproximadamente o pulso dela.
Não preciso dizer que ela demorou a acostumar-se e as vezes fazia beicinho, quando eu a fazia sentar nele. É claro que eu queria ver ele desaparecer dentro daquele cuzinho lindo, haja visto que sempre tive uma tara meio irresponsável por limites e dores que causam prazeres.
Numa das transas, quando ela estava me dando um verdadeiro show ao liberar a puta interior que habitava nela, eu me afastei, servi um whisky e a observei.
Quando Alice percebeu, parou por um breve momento e me perguntou:
-- O que foi amor? Tem algo errado?
-- Não. Não. Estava apenas pensando aqui comigo e saboreando você.
-- Como assim? Me conta. Indagou ela.
Foi quando eu finalmente contei a ela sobre a minha fantasia pouco comum.
-- Eu, por um segundo, imaginei vc sentada numa rola de verdade, grande, grossa e faminta.
Ela deu uma gargalhada que encheu o quarto e calou-se. Mas voltou a cavalgar nosso brinquedo com mais gana, até exaurir-se num gozo anal fantástico, que me encheu de tesão.
Depois ela me presenteou com um boquete sem pressa, destes em que a mulher chupa, para, fala, te provoca, olha nos olhos e literalmente te tira do sério.
-- Então você quer me ver dando prá outro é? Seu safado de uma figa.
-- Mais ou menos isso. Não para de chupar minha puta,...
-- Me fala. Me conta de onde veio essa idéia. Retrucou ela entre uma e outra mamada.
-- Não é dando prá outro, não é qualquer um. Quero te ver passar trabalho numa rola acima da média. Te ver gemendo feito uma cadela no cio, com as pregas esticadas e implorando prá socar até o talo.
-- Nossa. Você falando assim, até consigo imaginar. Mas você não teria coragem de ver tua putinha sofrendo né?
-- Coragem? Eu vou é ficar alucinado sendo o teu voyeur. Vai ser a putinha que sempre quis ser.
-- Eu não sei onde eu estava com a cabeça quando fiquei com você. Seu tarado pervertido.
-- Não para de chupar que tá gostoso. Eu estou quase gozando vadia,...
-- Olha. Eu topo. Mas tem um preço viu. Tá disposto a pagar?
-- Que preço? Do que você está falando?
-- Depois que fizermos eu te digo. Agora me conta mais das coisas que quer que eu faça meu putinho,...
E eu gozei feito louco imaginando ela me chupando e alguém enrabando ela gostoso. Sem dó nem piedade.  Acho que eu até vou abri-la com minhas próprias mãos, quando chegar a hora.
E vocês? O que fariam no meu lugar?

2 comentários:

  1. Uiiiiiiiii que delícia. Provocante,ousado,instigante e que faz a gente refletir e querer se encaixar na história rsrsrs Voltando a ler cada pedacinho, imaginando a cena e querendo ouvir tudo isso. Ver tudo acontecendo... beijo gostoso (In)

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  2. Adoooorei também as gifs e imagens. E essa frase das fases ulaláaaa rsrsrsr

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