quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Quanto Vale uma Fantasia? (eu, Paula e Paulinha)

O que eu passo a contar agora aconteceu a alguns meses, mas na verdade foi fruto de muitos
diálogos, brincadeiras e até sussurros desvairados na hora da transa. Algumas coisinhas serviram para apimentar nossas trepadas, outras viraram realidade, como você lerá abaixo e, espero que lendo, consiga sentir um pouco do tesão que tentamos eu e Paula, passar através das pequenas loucurinhas que cometemos e dividimos.
Tudo começou com algumas postagens safadas que minha Paula insistia em fazer de imagens onde a garota mordia o traseiro de seu namorado. Brincávamos, achávamos graça e passava batido.
Depois de alguns dias Paula atreveu-se mais e postou uma imagem de uma garota lambendo o rabo de seu namorado. Eu brinquei, desdisse e jurei que ia passar batido como uma mera imagem provocativa. (Adoramos provocar e testar limites um do outro).
Mas não! Para minha surpresa no dia seguinte ela postou algo parecido com a seguinte legenda:
Paula
Vai correr more?”
Engoli a seco e pensei numa resposta que não fosse machista e que contivesse alguma pimentinha.
Então eu respondi:
(In)Correto
E o que eu ganho em troca se não correr?”
Paula
Experimente pedir. Eu ando boazinha,... kkkkk”
Coloquei uma carinha daquelas com a língua pra fora lá e preferi deixar para falar no inbox, afinal aquilo estava ficando sério e não parecia mais uma brincadeira e sim uma barganha.
Já no chat ela atirou a queima roupa mesmo antes de dar bom dia:
--- Não vai negar algo pra tua cadelinha né?
--- Negar o que more?
--- Você sabe. Eu disse. Peça o que quiser.
--- Isso não é tão simples assim more.
--- Claro que é. Basta você dizer sim. Te prometo algumas sensações novas. E você não vai deixar de ser meu homem seu bobo.
--- Bom. Deixe ao menos eu pensar em algo.
--- Pense e diga. Quero te lamber. - Disse ela sem rodeios. - Depois você me diz se é tão ruim quanto parece.
Um pouco foi minha culpa tudo isso ter acontecido, pois numa das primeiras vezes que saimos eu disse a ela que chuparia o seu rabinho com a mesma gana que se chupa uma bucetinha fogosa e ela gostou tanto que isso virou uma pimenta indispensável em nossas transas. Umas belas lambidas sempre rolavam antes de ela me ofertar a cerejinha do bolo. E o fazia com graça e vontade, por que sentia despertado um tesão no sexo anal que poucos homens sabem despertar em suas fêmeas.
O fato é que a muito eu a instiguei a fazermos um menage feminino, mas ela havia recusado alegando
ciúmes de me ver comendo outra garota. Ainda mais na sua frente e com seu consentimento. Claro. Eu usaria isso para tentar dissuadi-la daquela lambida infernal que ela inventara de querer retribuir.
Para minha surpresa Paula aceitou e o pior, já tinha até uma amiga em vista, com quem tinha conversado sobre esta minha fantasia de estar com ela e outra mulher numa noite de luxúria e sem tabus.
Casualmente sua amiga também se chamava Paula, era linda e também tinha esta vontade guardada na gaveta das fantasias adiadas. Era a hora de todos nós fazermos acontecer.
Marcamos uma data em que a amiga Paula viria nos visitar e passar um final de semana inteiro conosco. Estávamos radiantes com a possibilidade. Era uma verdadeira festa a três e como se diz, preparar a festa é tão ou mais interessante do que a própria festa em si.
Elegemos a suite de hóspedes, que possuía uma bela e grande cama de madeira de Gramado, um bom tapete e uma poltrona de couro ao lado de um criado mudo. Também havia uma mesinha e duas cadeiras. Era um espaço que quando o criamos já estávamos mal intencionados e sabíamos que ainda seria útil.

Enquanto o dia tão esperado não chegava, a amiga Paula começou a fazer parte de nossas noites. Conversávamos os três pela internet, exibíamos à ela momentos da nossa privacidade e até fomos presenteados com uma siririca de tirar o fôlego pela cam. Ela e minha Paula falavam abertamente as coisas que pretendiam fazer uma com a outra e eu,...
Bom, eu espiava, tomava meu whisky e sorria em silêncio de faceiro. Afinal eram duas belas mulheres e eu as teria na mesma cama para o meu deleite e prazer.
A noite, depois que o pc era desligado, eu e minha menina safada transávamos como dois adolescentes. A iminência daquele encontro tinha renovado forças e com frequência citávamos a amiga e imaginávamos sua presença entre nossos corpos. Gozávamos como loucos e houve uma vez

que minha Paula arriscou esticar a mão e tocar meu traseiro, enquanto disse sorrindo no meu ouvido.
--- Quero meu prêmio!
Eu gelei. Tinha esquecido por completo desta parte, mas fui complacente e permiti que ela me acariciasse. Afinal, ela tinha feito por onde merecer seu prêmio e eram só carícias. Eu não ia perder nenhum pedaço mesmo. Mas olha gente, que fique só entre nós e que minha Paula não saiba viu. Ela acariciava gostoso demais e eu tinha uma certa vergonha de admitir que estava começando a gostar do seu toque leve e carinhoso sobre um dos meus maiores tabus até então. Infelizmente minha pele se eriça e eu acho que ela já percebeu, mas enfim, quando penso naquelas duas deusas, nuas se pegando e eu entre elas, tudo fica leve e permissivo.
Finalmente chega o tão esperado dia. Paula deveria chegar em torno das 17:00h, como fora combinado. Tempo suficiente para conversarmos, dizermos algumas besteirinhas, bebermos algo, jantarmos,... Enfim, baixarmos a guarda e entrar literalmente de cabeça no que havíamos planejado.
Ela atrasou-se cerca de meia hora, mas ligou do aeroporto dizendo que já estava no taxi e que o desembarque tinha lhe tomado um certo tempo.
Minha Paula estava nervosa, eu sentia o suor nas palmas de suas mãos. Era tudo muito novo para ela e para mim também, mas eu estava de boa. No meu íntimo eu sabia que tudo ia correr melhor que o esperado. Havia uma grande afinidade entre elas e o tesão aumentara consideravelmente nas últimas semanas. Era sopa no mel.
Minha gata vestia um tubinho que ficava entre o vermelho e o rosa, imitando seda e estava sensual demais. Eu já a estava desejando desde agora, e cheguei a ficar parado ante ela para beijá-la mas foi justamente neste momento que a campainha tocou.
Nossa amiga vestia jeans, uma camiseta com uma das laterais levemente caída, fazendo aparecer a alça do soutien, por que se havia algo que ela sabia fazer, era provocar. Estava com um lindo sorriso e abraçaram-se com uma gana acima do normal. Era nítido que ambas estavam com tesão uma pela outra e eu nem me surpreendi quando rolou um selinho. Elas estavam lindas, olhos brilhantes, sorrisos abertos e um perfume de luxúria no ar. Era impossível não senti-lo.
Passadas as etapas, algumas simplesmente desconsideradas, estávamos os três sentados na sala ouvindo um rock antigo do Cazuza. Bete Balanço, caso alguém tenha a curiosidade de saber, eu, tentando ser gentil, ofereci uma taça de vinho. Ao que elas aceitaram entreolhando-se com sorrisos já safados e famintos.
--- Pode nos servir na suíte de hóspedes amor? Perguntou minha menina.
Eu acenei positivamente, elas deram-se as mãos e subiram as escadas.
Quando eu entrei com a garrafa de vinho e as duas taças mais meu whisky fui presenteado com uma
visão que guardarei na retina enquanto viver. Minha delicinha despia lentamente Paula (nossa amiga) e pude ver a camiseta subindo em câmera lenta. Até então era ela que escondia aquele belo par de seios que muitas vezes eu imaginara como seriam completamente nús e ofertados com tesão e volúpia.
Depois ainda vi o soutien ser jogado sobre uma das cadeiras.
Ambas olharam-me sem surpresa alguma e eu balbuciei:
--- Continuem meninas. Nem pensem em parar!
Coloquei as taças agora servidas sobre a mesinha e acomodei-me na poltrona. Elas levantaram as taças e fizemos um brinde.
–- A nós. Propôs minha Paula.
--- A nós. Respondemos juntos.
A luz iluminava feito prata aqueles corpos famintos e curiosos sobre a cama. Eu ouvia uma sinfonia de gemidos, juras e pedidos safados. As vezes era possível ouvi-las arfando na iminência de outro orgasmo. Como havia pedido a ambas, eu queria um show e como bom espectador assisti a elas até que chegasse o momento da minha participação especial.
Eu as vi tocarem-se como duas gatas no cio, arrancando sensações, provando méis. Vi dedos safados e chanas ardendo. Também as vi gemerem, ofegarem, elogiarem, miarem, pegarem-se e tocarem-se sem pudor algum. A quem olhava parecia que tinham nascido para serem amantes.
Depois de algum tempo eu não conseguia mais me conter. Nem o gelo do whisky apagaria o fogo que brotava do meu falo feito tocha. Lentamente comecei a desabotoar a camisa, mas fui interrompido por minhas meninas solícitas.
--- Nós faremos isso Fredy. Disse Paula (nossa amiga).
E enquanto ela tirava a minha camisa, minha menina abria o cinto e o zípper da minha calça. Eu estava no céu!
Quando meu cacete saltou para fora, elas ajoelharam-se numa sincronia que parecia fruto de ensaios e abocanharam-me ao mesmo tempo. Fechei os olhos e resolvi tirar daquele momento o máximo que ele podia me oferecer.
Nossa amiga levanta-se do nada e fica de quatro na cama, com a chana e o rabo apontados pra mim.
--- Vem Fredy. Eu sei que você sempre quis me pegar. Hoje é o dia tesudo.
Eu fui, claro. Quem não iria? Mas tratei de pegar minha Paula com certa força e levá-la para perto. Deixei-a coladinha entre o meu pau e a bucetinha da nossa gostosa amiga.
--- Abre ela pra mim. Falei piscando um dos olhos e sorrindo de canto de boca.
--- Você manda meu Dono. Ela sabia o quanto me excitava quando falava assim comigo.
Eu meti gostoso e nossa agora “amante” Paulinha gemia gostoso e mexia de um jeito que eu me sentia completamente agasalhado pela sua grutinha melada e safada que minha Paula acabara de chupar feito um pêssego colhido na hora.
Quando senti que ia gozar o gozo dos deuses, tirei o pau da chana de Paulinha e ofereci a minha safada, que o abocanhou sem nenhum pudor e engoliu exatamente do jeito que eu gosto que faça. Foi impossível segurar o gozo e eu sentia que nunca mais ia parar de gozar. La petit mort era pouco para o que eu sentia.
Quase refeito, pedi ainda para que minha delícia de cúmplice fizesse uma faxininha básica em nossa Paulinha. Era a fome com a vontade de comer. Ela sorriu e caiu de boca.
Claro que elas recomeçaram uma sessão que prolongou-se por quase uma hora.
Ficaram desfalecidas na cama e eu, claro, estava refeito e queria mais.
--- Quero comer um cu. Quem se habilita?
--- Eu.
--- Eu.
Falaram as duas em coro.
Começamos a rir da cena hilária. Elas caidinhas sobre a cama e eu de pau duro caminhando pelo
quarto em busca de um cuzinho guloso pra meter.
--- Bom, o jeito é não decepcionar nenhuma. Fiquem em posição meninas. O bicho vai pegar.
Respondi sorrindo de pau na mão. (Vocês tinham que ver a cena).
Amigos, eu aconselho a todos vocês a provarem deste manjar. Nada se compara a ter dois rabinhos receptivos um ao lado do outro para você meter a bel prazer. A sensação de poder é ilimitada. Eu me sentia um verdadeiro deus grego ante minhas escravas do prazer. (brincadeirinha).
Assim dormimos, gozamos, tomamos duchas, transamos de novo e de novo e de novo e,...
Infelizmente segunda chegou e nossa Paulinha precisava partir.
Ela chegou a dizer entre um gozo e outro que nos amava e que se quiséssemos seria nossa eterna
amante. Paula e Paulinha trocaram ainda muitas carícias na despedida e rolou um beijo na boca digno de cena de novela.
Eu não me incomodei. Sabia que a cumplicidade que eu e Paula temos é permissiva e inabalável. Havia sim lugar para mais pessoas e aquele final de semana tinha nos provado isso. Agora éramos ainda mais unidos e poderíamos alçar novos voos e arriscar mais de vez em quando, sem que nenhum de nós perdesse a identidade.
Quanto a rever Paulinha ela será sempre bem vinda, é nossa menina e nós adoramos estar com ela. Foi tudo muito delicioso.
--- Ei, para com esta ladainha e me diz se você não esqueceu de nada. - Intrometeu-se Paula nas minhas divagações filosóficas sobre menages.
--- Como assim amor? Do que você tá falando? - Respondi eu quase confuso.
--- Você tem uma dívida comigo garanhão. Esqueceu é? - Falou Paula colocando a língua pra fora e dando uma risadinha safada que só ela sabia dar.
Putz. Lembrei agora. As lambidas. Ela não tinha esquecido e não perdoaria.
Mas isso eu conto outra hora né gente. Por agora acho que está de bom tamanho este nosso encontro gostoso e com sabor de quero mais.


Até breve.

3 comentários:

  1. Meu Dono amado,o que dizer de tão perfeito conto?
    Tem muita verdade e desejos nossos expressados,
    em cada letrinha,cada barreira que ultrapassamos é
    um passo sempre rumo ao nosso prazer...Sem tabus
    e quebrando algumas regrinhas né.....Deliciosamente
    permissivo e cativante....Parabéns amor....
    E obrigada por fazer parte da minha vida....
    De sua Menina que te ama....

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