E é na cadência do teu corpo
que danço loucas baladas;
Reinvento melodias e,
em profundo torpor,
rebusco sonoros acordes,
que embora inintelegíveis
compõe nossa misteriosa canção.
Cessa-se a música,
fecham-se as cortinas,
amanhece.
A quatro mãos compomos
uma nova sinfonia.
Inédita,
concreta,
abstrata,
carnal e apaixonada.
A qual somente os seres
entorpoecidos pela volúpia
serão capazes de perceber.
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Querido, teu blog está um primor... a cada vinda aqui, fico mais fã sua...
ResponderExcluirE ainda mais depois daquela declaração de ontem ...rsrsrs
Quer dizer então, que me revelo bem mais do que imagino???
Hummm, fiquei curiosa em saber a imagem que tens dessa
revelação...rsrs
Continue com essas lindas imagens e textos deliciosos que tu postas
por aqui...
Beijo grande,
;)