Eu, atrevida que sou, me solto dos seus braços e me ajoelho aos seus pés pegando aquele lindo e delicioso brinquedo com as mãos e feito criança o levo a boca.
Ele era só desejo e oferecia seu brinquedo pulsante e irrequieto, tocando meus lábios. Gemidos sôfregos são roubados de mim, seu brinquedo desliza no meu néctar e desaparece entre meus desejos. Deixo que ele brinque a vontade, que roube o que quiser, mas com a certeza que farei o mesmo, que me deliciarei e saciarei desejos e taras.
Ele me testa, me quer atrevida a brincar de esconder seu brinquedo em minhas fendas ardentes, desejosas e cúmplices que num quase pedido se oferecem a sua luxuria. Faço um pedido atrevido para que me invada e ele me diz que o próximo gozo será um brinde faceiro por tanta cumplicidade. Sugiro que brindemos com o mel que escorre de mim em sinal do meu desejo por ele. Ele me dá seu leite como troféu para meu deleite maior, sabendo que este é o alimento melhor que pode vir a me ofertar.
Gauss e Gina Costa

Preciso te agradecer pela oportunidade de duetar com você... te acho demais... bjs...
ResponderExcluirEu que me senti um privilegiado por ter literalmente parido este escrito a quatro mãos com vc escritora.
ResponderExcluirBeijo no cuore!