segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Incandescências

Nunca ninguém me disse
que a saudade doia tanto.
E para disfarçar esta dor,
pernoito notívago, impertinente,...
Entre alcovas incandescentes.
Provando da luxúria,
me entregando com fervor;
fazendo com traços de fúria
o que outrora fiz por amor.

E:
O néctar que saboreio,
o ritmo que presenteio,
o prazer dividido ao meio,...
São ainda o prêmio maior;
E o meu melhor devaneio!

Um comentário:

  1. Querido poeta passei por aqui cedinho, mas ainda não tinha post novo.Entrei lá no meu cantinho e vi seu carinho em forma de comentário.Muito me honra suas visitas aos meus espaços,viu? Acho você o máximo e procuro estar atenta e sempre aprender alguma coisa quando te leio.Não sou especialista em entrelinhas, mas me esforço, sou aplicada,rsrsrsrsr. Posso voltar mais vezes? Você hoje está INCANDESCENTE e me deixou assim... com fome de letras. Bjs de bom dia e uma excelente semana para você, repleta de viagens.

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