Hoje eu não quero o trivial.
Quero o proibido.
Te ver de quatro e
num só ato,
te ouvir gemer;
me dar com prazer.
Te quero de bruços,
a minha mercê,
sem reclamar.
Vem cavalgar,
vem festejar.
Me leva ao céu.
E se te comportares,...
no final
te dou de beber
e sorvo do teu mel!
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