Este teu instinto me caça.
Faz de mim presa inerte.
Tu bebes da taça,...
Te diverte!
Com palavras de luxúria
me traduz o mais complexo e,
numa lógica espúria
desvendas todo o meu sexo.
Se antes fera arredia,
agora sou teu cãozinho,
e, qual bela melodia,
me alimento do teu vinho,
numa cadência vadia
me aprofundo no teu ninho!

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