domingo, 5 de setembro de 2010

Ah, Esta Tua Boca,...

Lentamente a tua boca descia
arrancando prazeres únicos
sorvendo o gozo,
extraindo delírios.
Teus lábios em minha pelve
tocavam de mansinho
(num sem querer tocar).

Um mundo ímpar de sensações.
Mas o teu olhar,...
Ah, o teu olhar!
Fixo no meu, como que a pedir
aplausos pelo feito realizado.
Afirmando que a tua boca sabe
dos caprichos meus.
Este ninguém me tira da cabeça.

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