quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Eu, Alice e Fantasias à Realizarmos

        Bom, é o seguinte, partes desta estória são verídicas e outras fazem parte do meu
imaginário, mas eu deixo a critério de vocês entenderem o que de fato aconteceu e o que eu gostaria que tivesse acontecido. Acho assim mais emocionante. Não sou um escritor de contos profissional e isso me dá liberdade prá divagar entre o possível e o improvável.
Eu estou na casa dos cinquenta, branco, bem resolvido com a minha masculinidade e digamos, com a vida resolvida em termos de conforto e futuro. Minha garota é loba, mas uma loba de tirar o fôlego. Loira, tem 1,54m, corpo bem feito e, se você a visse na rua, com toda certeza daria à ela dez anos a menos. Corpo cheinho onde deve ser, cara de safada, um sorriso cativante, seios e bumbum na medida para o apetite sexual de qualquer garanhão de
plantão. Embora fictícios, vou nos dar os nomes de Charles e Alice, para preservar nossa intimidade.
Nos conhecemos a quase um ano pela internet e a química foi crescendo
vertiginosamente até o ponto onde foi inadiável estarmos juntos e praticarmos todos os desejos e fantasias que tanto falávamos dioturnamente.
Numa das nossas transas Alice comentou sussurrando no meu ouvido seu desejo de transar com outro na minha frente e me mostrar o quão putinha ela pode ser, desde que com a motivação certa. Na verdade esta era uma fantasia antiga minha, só que até então eu falara brincando e insinuando. Nunca fui enfático.
Aquelas palavras dela, na hora do orgasmo funcionaram em mim como TNT puro e eu gozei feito um touro pensando na hipótese de vê-la com outro e depois participar ou apenas me masturbar vendo minha putinha gemendo na rola de outro cara que não fosse eu. Naquela noite aproveitei a deixa e penetrei ela com um brinquedo, perguntando como era dar prá outro e
ela gozou feito uma puta no cio,... Foi algo realmente fora dos padrões.
O tempo passou e aquele assunto, aparentemente proibido foi deixado de lado, até que numa noite, vendo um filme “educativo” e tomando um vinho eu soltei uma pergunta de surpresa enquanto acariciava a ppk dela por sobre a calcinha, em movimentos leves e descompromissados.
--- Amor, adoraria ver você transando com o cara do filme na minha frente.
--- Você tá louco. Retrucou ela. O cara tem um pau enorme, vai rasgar a tua putinha.
Falou ela, sorrindo com aquela cara de safada e dando uma leve pegada no meu pau para medir a minha excitação.
Fiquei instantaneamente de pau duro pensando na cena, mas sei que corei por que
senti a face quente e, para disfarçar eu a beijei e acariciei seus seios num movimento de queda livre direto para dentro daquela bucetinha quente e ensopada. Ela abriu as pernas e fechou os olhos para que eu brincasse em seu corpo. Foi o sinal de que aquilo realmente iria acontecer. Era questão de tempo agora e não mais de aceitação ou repulsa.
Eu estava feliz demais e não via outra forma de recompensá-la senão proporcionando cada  vez mais prazer a minha putinha safada e cúmplice.


(continua)